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Fundos de acções nacionais superam desempenho do PSI 20 a 12 meses


Os seus fundos de acções nacionais estão comum desempenho superior ao do PSI 20 a 12 meses, acumulando todos rendibilidadades anualizadas positivas entre 30 de Novembro de 2011 e de 30 de Novembro de 2012, período em que o índice de referência da Euronext Lisbon desvalorizou 5,06%.

Com os dois melhores retornos a um ano estão o fundo de investimento mobiliário (FIM) Espírito Santo Acções Portugal (+11,77%) e o BPI Portugal (+11,66%), de acordo com as medidas de rendibilidade e risco de final do mês passado, divulgadas ontem pela APFIPP.

Seguem-se o Millennium Acções Portugal (+8,62%), o Banif Acções Portugal (+8,55%), o Santander Acções Portugal (+3,65%) e o Caixagest Acções Portugal (+1,06%), mostra o mesmo documento. 

Estes retornos reflectem melhorias face ao final de Outubro, influenciados nomeadamente pelo desempenho positivo do PSI 20 no mês passado, no qual acumulou uma valorização superior a 3%.

Quanto aos últimos 12 meses, em que o índice desvalorizou 5,06%, houve 11 títulos a registarem ganhos e nove com descidas.  Destaque nas subidas para o BPI, que no referido período valorizou 74,2%, o BES que somou 11,38%, a Jerónimo Martins que avançou 5,98% e para Sonae e Zon, que ganharam 32,4% e 22,5%, respectivamente.

Nas quedas, entre os títulos que mais pressionaram o índice em baixa estiveram Portugal Telecom (-22,35%), Galp Energia (-5,15%), EDP (-18,24%) e EDP Renováveis (-12,52%), num período em que o BCP tem uma queda de 14,98%.

De referir que os fundos de acções nacionais detém na carteira outros títulos que não constam do índice de referência da bolsa portuguesa, como Sonae Capital, Soares da Costa e Novabase, entre outros, e ainda que que houve dois títulos – Brisa e Cimpor – que, neste período, saíram do PSI 20.

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