Fidelity irá reorganizar as equipas de gestão de vários fundos de obrigações


“Uma vez afirmei numa entrevista que o dia em que se percebe os mercados é o dia em que se deve reformar. Ora, não posso afirmar que os entenda por completo, mas após mais de 30 anos a gerir dinheiro, dos quais muitos foram na Fidelity, decidi que agora é o momento de me retirar da gestão de ativos”. Com estas palavras anuncia Ian Spreadbury, gestor histórico de obrigações da Fidelity International, o fim da sua trajetória profissional na indústria da gestão de ativos.

Isto trará, por sua vez, várias alterações nas equipas de gestão dos fundos previamento sob o mandato de Spreadbury. O Fidelity MoneyBuilder Income e o Fidelity Extra Income Funds serão geridos por Sajiv Vaid, que é cogestor das estratégias há três anos.

Viad terá o apoio de Kristian Atkinson, cogestora do Fidelity Short Dated Corporate Bond Fund, no Fidelity MoneyBuilder Income Fund e de Peter Khan no Fidelity Extra Income Funds. Tim Foster e Claudio Ferrarese irão assumir a responsabilidade conjunta do Fidelity Strategic Bond Fund e o Fidelity Funds (SICAV) Flexible Bond Fund.

Spreadbury juntou-se à Fidelity em 1995 e, desde então, o segmento do negócio de obrigações da gestora cresceu para os 65.000 milhões de libras sob gestão. Um crescimento que vem principalmente de negócios core como o Fidelity MoneyBuilder Income, assim como da diversificação em dívida emergente e high yield.

“Quando comecei na Fidelity a equipa de obrigações era composta por mim, por um trader e por um assistente. Atualmente é um negócio com uma vasta equipa de profissionais e múltiplos gestores de fundos”, recorda Spreadbury. “Geri dinheiro real para pessoas reais e foi tanto um privilégio como uma recompensa ao longo da minha longa carreira”.

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