Falta de alternativas de investimento dinamizam o imobiliário em Portugal


“A tendência global de crescente alocação de capital a ativos imobiliários como uma alternativa aos produtos financeiros tradicionais continua a dinamizar a atividade de investimento imobiliário em Portugal”, salienta a Cushman & Wakefield no mais recente Marketbeat Portugal.

No relatório a entidade gestora dá destaque às mais de 30 operações de compra e venda de ativos imobiliários comerciais em Portugal, envolvendo cerca de 1,9 mil milhões de euros, que ocorreram entre janeiro e julho de 2018. Este montante está pouco aquém do total transaccionado na globalidade do ano de 2017, e é reflexo de um montante médio por negócio de 70 milhões, o dobro do verificado no ano passado.

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O grande número de portefólios transacionados – dez, desde o início do ano - explica, segundo a consultora imobiliária, a subida desse valor. Todos eles foram adquiridos por investidores estrangeiros e eram maioritariamente compostos por ativos de retalho e escritórios.

Segundo a Cushman & Wakefield, tudo indica que 2018 seja “um novo ano recorde em termos de volume de investimento em imobiliário comercial em Portugal, estimando-se para o fecho do ano um volume superior aos €3 mil milhões de investimento”.

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