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ETFs para todos os gostos na lista de mais negociados em setembro


Tagos_7No ActivoBank o investimento em ETFs em setembro, segundo João Graça, da entidade, concretizou-se “numa aposta no aumento da volatilidade, em particular nos principais mercados como EUA, Alemanha e China”. Válido para muitos investidores da entidade continuou a ser “o investimento em emergentes globais”, num momento em que “caminhamos para as eleições norte-americanas e a generalidade dos Bancos centrais resolveu não mexer nos seus programas de estímulos”. Em termos sectoriais da entidade destacam que “à semelhança do mês anterior a Energia, Financeiras, Semicondutores recolheram a preferência de crescimento”.

Tagos_7Do Banco Best, Carlos Almeida, diretor de investimentos, revela que em setembro a liderança nos ETFs mais negociados voltou a pertencer a um veterano nestas lides. “O ETF que investe nas 50 maiores empresas da zona euro e ainda com a componente de distribuição de rendimentos voltou à liderança que foi sua na maior parte do ano mas que nos últimos meses lhe fugia”, revela o profissional. No segundo lugar para as obrigações. Carlos Almeida revela que “o investimento em obrigações continua na mó de cima e mantendo a tendência da procura por prazos mais curtos”. Assim, o segundo ETF mais negociado “foi o ETF de Treasury Bonds entre 1 e 3 anos, que representa o investimento em obrigações do tesouro americano, e cujo tempo de vida remanescente da emissão até que se tornem devidos para reembolso seja dentro deste prazo”. No terceiro posto espaço para o iShares Core Euro Corporate Bond UCITS ETF EURque tenta acompanhar a performance de um índice de obrigações “Investment Grade denominadas em euros”, enquanto que no quarto lugar foi a vez de uma novidade. “O ETF da iShares MSCI Emerging Markets, um fundo que pretende acompanhar o comportamento do índice MSCI Emerging Markets oferecendo exposição a ações de mercados emergentes do mundo inteiro”. Por fim, referir “o ETF iShares MSCI Japan EUR Hedged UCITS ETF EUR que representa o mercado japonês e que permite o investimento a 100% neste mercado sem risco cambial”. 

(Esta análise foi feita, excecionalmente, sem a colaboração do BiG)
 
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