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ETF mais negociados de fevereiro revelam estratégias diversificadas


As análises de Bruno Pinhão, gestor do ActivoBank, e de Rui Castro Pacheco, diretor adjunto de investimentos do Banco BEST revelam alguma disparidade no comportamento dos investidores de ETF das duas entidades em fevereiro.

As preferências dos clientes do Banco BEST

No mês de fevereiro, o top de ETFs mais negociados do Banco BEST é liderado por duas estratégias opostas. Segundo Rui Castro Pacheco, as apostas dos clientes foram no “iShares EURO STOXX 50 aposta na subida do índice que segue as 50 maiores empresas europeias”, mas também no “Xtrackers Euro Stoxx 50 Short Daily Swap aposta precisamente na descida do mesmo índice”.

Também na Europa, particularmente no mercado alemão, o profissional refere que “verificámos procura quer pelo seu índice mais tradicional, com o iShares Core DAX, quer pelo índice que segue as 15 empresas alemãs que mais dividendos distribuem, com o iShares DivDAX”.

Nos mercados acionistas verificou-se “interesse pelo mercado americano com cobertura cambial, com o ETF iShares S&P 500 EUR Hedged, e pelo mercado japonês, igualmente com cobertura cambial, com o iShares MSCI Japan EUR Hedged”, revela o especialista.

Segundo Rui Castro Pacheco, os investidores “centraram as suas transações em dois ETFs que seguem o maior e mais conhecido índice de ações globais. Por um lado transacionaram o iShares Core MSCI World, cotado em EUR, mas sem cobertura cambial, e por outro o iShares MSCI World EUR Hedged, com cobertura cambial para o EUR”.

Por fim, relativamente aos índices acionistas, o Banco BEST “registou interesse quer num índice mais genérico quer mais especificamente nos mercados Latino-americanos, com os ETFs Lyxor MSCI Emerging Markets e iShares MSCI EM Latin America, respetivamente”.

As preferências dos clientes do ActivoBank

Relativamente aos investidores do ActivoBank, estes manifestaram uma propensão diferente. As escolhas dos clientes da entidade “revelaram uma estratégia bem definida e em linha com a tendência de valorização do mercado”, refere Bruno Pinhão.

O profissional revela que em fevereiro os clientes da entidade “estiveram expostos a ETFs que tiram partido da valorização do setor da tecnologia, energia, índices norte americanos e mercados emergentes”. “A positividade dos investidores é evidente quando se verifica a alavancagem, onde todos os ETFs têm alavancagem a 3X”, termina Bruno Pinhão.

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