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Esta semana vou estar de olho ainda e sempre na confiança


(O contributo desta semana é da autoria de Rui Corrêa d'Oliveira, da equipa de Banca Privada da BBVA Portugal)

Ao longo do meu caminho neste atribulado, mas sempre novo mercado financeiro, fui confirmando a convicção de que, em boa verdade, quem nele e com ele trabalha tem por matéria-prima a CONFIANÇA.

O capital, esse é o instrumento que circula entre destinos (con)fiáveis, ao ritmo da perceção de (con)fiabilidade das geografias, das políticas, dos sectores, das empresas e das pessoas.

Falar da importância do fator confiança, para quem está envolvido nos mercados financeiros, é certamente um lugar-comum, como o é a volatilidade, a correlação ou a liquidez dos ativos.

Mas estar de olho na evolução dos índices de confiança é como apreender os detalhes do cenário em que tudo acontece, sabendo que o cenário condiciona e interfere no comportamento de tudo quanto nele se move.

Os três gráficos que aqui se apresentam, são como uma visão de “drone”, abarcando o espaço temporal dos últimos cinco anos, sobre a evolução da confiança dos consumidores nos EUA, na EU e na China.

Ah… já me esquecia: confiança passada não garante confiança futura!

Consumer confidence USA                                  Consumer confidence EMU​

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Consumer confidence CHINA 

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