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ESFG com prejuízo de 13,1 milhões no primeiro trimestre


 

A Espírito Santo Financial Group (ESFG) teve um resultado líquido negativo de 13,1 milhões de euros nos primeiros três meses deste ano, o que compara com um lucro de cerca de dois milhões de euros no período homólogo de 2012.

Estes resultados consolidados “reflectem os desafios enfrentados principalmente pelo BES e as medidas tomadas para os mitigar, nomeadamente o reforço da carga de provisionamento para crédito durante o período”, refere a instituição financeira no comunicado de resultados.

As operações internacionais consolidadas “desempenham um papel crucial na estratégia de diversificação da ESFG” e “continuam a contribuir positivamente para os resultados líquidos consolidados”.

O Banque Privée Espírito Santo, na Suíça, cuja actividade está centrada no negócio da banca privada, teve um aumento de 47% nos resultados individuais, face aos primeiros três meses de 2012, para 1,5 milhões de francos suíços. Já os activos sob gestão totalizaram 4,9 mil milhões de francos suíços no final de Março, um aumento de 2,2% desde início do ano, “registando um fluxo constante de novo dinheiro líquido”, refere a instituição no comunicado. O produto bancário teve um aumento de 1,43% para 11,8 milhões de francos suíços.

O Banque Espírito Santo et de la Vénétie, em França, teve um resultado líquido de 1,7 milhões de euros no primeiro trimestre, o que representa uma descida homóloga de 18,4%, tendo o produto bancário totalizado 10, milhões de euros. Idêntica descida homóloga no resultado líquido foi registada na ES Bankers (Dubai), para 1,3 mil milhões de euros, num período em que as comissões aumentaram 21,4% para 2,6 mil milhões de euros. Os activos sob gestão, “concentrados unicamente em contas privadas, cresceram 46,5% para 1,66 mil milhões de dólares”, é referido no mesmo documento.

Na actividade de banca de investimento, desenvolvida pelo BESI, o produto bancário cresceu 5,9% em termos homólogos para 63,6 milhões de euros, “com a área internacional a representar 57% do total”.

A ESFG adianta no comunicado de resultados consolidados que “continua focada na racionalização de custos, mas mantém a sua aposta de crescimento fora dos seus mercados tradicionais”.

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