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Dívida pública cresce nas carteiras das gestoras de patrimónios em janeiro


No primeiro mês do ano as gestoras de património viram o seu património sob gestão aumentar em mais de 1%, segundo os dados disponibilizados pela Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios (APFIPP). Desta forma, no final de janeiro o valor sob gestão ascendia a mais de 54.799 milhões de euros.

E quais foram as aplicações que mais cresceram?

De acordo com o relatório mensal da Associação, o maior aumento aconteceu nos títulos de dívida soberana, nomeadamente em euro. Entre o final do último mês do ano passado e o final do mês de janeiro, a dívida pública totalizou mais 900 milhões, para 22.101 milhões de euros. Este aumento foi devido à divida pública em euros que passou de 21.151 para 22.013 milhões de euros. Em termos totais, esta rúbrica de “dívida pública” representa 40% do total das aplicações presentes nas carteiras das gestoras de patrimónios.

UPs de fundos mobiliários crescem 10%

A subida do valor em produtos mobiliários também foi assinalável, sendo o maior crescimento percentual do mês. Entre dezembro e janeiro esta rúbrica passou de 3.147 para 3.459 milhões de euros, fruto do aumento nos fundos estrangeiros. Em ambas as situações (ações e obrigações) o aumento percentual foi de acima de 13%, com as UPs em fundos de ações estrangeiros a situarem-se em 1.165 milhões e as UPs em fundos de obrigações estrangeiros a fechar o mês a valer 745 milhões de euros.

Embora mais modesto, também houve um aumento nos fundos de ações e de obrigações nacionais. No primeiro caso o aumento foi de 8,6% para 159 milhões de euros, enquanto nas obrigações o aumento foi de 5,7% para 189 milhões de euros.

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