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De volta aos emergentes e aos sectoriais


Agosto parece ter sido um mês para vários gostos dentro das plataformas que distribuem fundos (excecionalmente, a análise feita ao mês de agosto apenas inclui o Banco Best e o ActivoBank). Essa pelo menos é a conclusão que se retira da lista de mais susbcritos apresentada pelo Banco Best e pelo ActivoBank.

Rui Olo, responsável para os investimentos na direção de Marketing do ActivoBank, indica que no mês em análise se denotou uma “procura pelas classes de ativos mais rentáveis este ano, caso dos mercados emergentes com dois fundos a liderarem a tabela dos mais subscritos, e do ouro, também com dois fundos no top dos 10 fundos de investimento mais subscritos no ActivoBank”.

No Banco Best, por seu turno, Rui Castro Pacheco, head of asset management, explica que agosto foi um mês de procura do risco, em que apenas figuraram dois fundos de obrigações no TOP 10. “Para além do fundo Jupiter Dynamic Bond que com a sua estratégia “todo-o-terreno” tem aparecido sucessivamente no TOP de preferências dos nossos clientes, registámos a procura por um fundo que investe especificamente em obrigações da Zona Euro, no caso o PIMCO Euro Bond”, diz. Recorde-se que o fundo da Jupiter é um fundo com selo triplo da Funds People.

Num patamar de risco intermédio apareceram três produtos. “Para além de dois fundos já conhecidos, no caso o Nordea Stable Return (fundo com selo de preferido dos Analistas, Blockbuster e Consistente, Funds People) e o MFS Global Total Return, temos mais uma novidade este mês que é o UBS Strategic Fund Yield”. O profissional explica que “todos os três fundos multi ativos têm estratégias relativamente conservadoras, ou seja, com maior ponderação a ativos como as obrigações e uma menor percentagem de exposição a ativos com risco, como as ações”.

Tal como acontece com o ActivoBank, também no Best surgem alguns fundos com caracter mais sectorial. No leque de fundos de maior risco, existe um domínio de fundos de ações: “Três dos fundos são fundos setoriais, dois deles investindo em empresas ligadas ao setor do ouro, geridos pela Franklin Templeton e BlackRock, e outro a investir em empresas do setor da Biotecnologia, gerido mais uma vez pela Franklin Templeton”. Espaço também a este nível para duas ideias de investimento na Europa, “uma a procurar genericamente empresas “valor”, o MFS European Value, e outra a procurar especificamente empresas italianas, o Fidelity Italy”.

Fundos mais subscritos nas plataformas em agosto

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