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Coronavírus leva investidores a realizar mais-valias em fundos com exposição à China


Janeiro pode ter sido um mês positivo para os mercados, mas isso não quer dizer que não tenham existido fundos a sofrer resgates e uma das principais razões para tal foi o surto coronavírus. A China, sendo o epicentro da epidemia, pode vir a sofrer graves impactos na sua economia e isso parece estar a motivar os clientes das plataformas que distribuem fundos de investimento a sair de estratégias expostas à região.

Nesta linha, Tiago Gaspar, responsável de Análise e Seleção do Banco Carregosa, conta que nos resgates do mês de janeiro – utilizando dados mais abrangentes do que o top 10 - observaram “uma tendência de resgate de fundos mais expostos à Ásia e, particularmente, à China. “Claramente que o surto Coronavírus tem afastado investidores do epicentro”, comenta o especialista.

Rui Castro Pacheco, diretor-adjunto do Banco Best, explica que entre os fundos mais vendidos em janeiro encontraram “alguns fundos de obrigações, alguns mais flexíveis e outros de segmento high-yield, com os investidores aparentemente a procurarem ainda rodar para outras alternativas nos fundos de obrigações que tenham alguma capacidade para manter performances positivas”.

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