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Clientes Institucionais prevalecem no segmento de mandatos de gestão discricionária


Em países como o Reino Unido, Portugal, França, Hungria e Alemanha os clientes institucionais representam 61% de todos os clientes. Isto reflecte, segundo a EFAMA, a capacidade destes países atraírem elevados mandatos de gestão para fundos de pensões (Hungria e Reino Unido), seguradoras (Portugal, França e Alemanha).

Em Portugal, os investidores institucionais perfaziam, no final de 2010, aproximadamente três quartos dos activos geridos sob a forma de mandatos de gestão discricionária. Dentro dos investidores institucionais surgiam com maior peso (59%) as companhias de seguros, seguidas dos fundos de pensões (24%) e outros investidores institucionais (16%).

O relatório refere que esta especialização se devia a dois factores: primeiro os mandatos eram tipicamente associados a limites mínimos sob gestão menos acessíveis e atractivos aos clientes de retalho e, em segundo, porque os mandatos oferecem soluções específicas para as necessidades dos investidores como a combinação de uma gestão activa e passiva ou a separação do alfa e do beta. Habitualmente as gestoras de activos apenas conseguem disponibilizar este tipo de soluções perante um alto nível de activos investidos, o que é o caso dos investidores institucionais e clientes de elevado património.

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