Porque parece que o ano de 2018 está a ser particularmente duro?
O presente ano está a ser duro tanto para investidores cautelosos como para investidores com mais tolerância ao risco. Um gráfico ajuda a compreender porque está a ser difícil.
O presente ano está a ser duro tanto para investidores cautelosos como para investidores com mais tolerância ao risco. Um gráfico ajuda a compreender porque está a ser difícil.
Com uma taxa de desemprego de 3,8%, os Estados Unidos encontram-se em situação de pleno emprego. Que consequências terá esta evolução no mercado de trabalho? Uma análise de Isabel Hrotko, analista da WMU do Millennium BCP.
Esta semana contamos com uma análise a dois temas distintos mas muito atuais. Enquanto que Carlos Bastardo interpreta a evolução do PMI e sua importância no momento de decisão de investimento em ativos financeiros de risco, Filipe Silva, diretor da gestão de ativos do Banco Carregosa, olha para a evolução dos últimos 12 meses do spread da dívida italiana face à dívida alemã.
Com a subida acima dos 3% das yields norte-americanas a dez anos, que países dos mercados emergentes registaram um maior impacto? Uma análise de Pedro Assunção, founding partner do Reap - Family Office.
Numa semana em que a Itália parece ser um dos temas quentes do momento, André Braz, portfolio manager da Santander Asset Management, faz uma análise à evolução da capacidade de financiamento da economia doméstica italiana no pós-crise soberana europeia.
No Chart of the Week desta semana, Vasco Freitas, head of equities da Golden Wealth Management, analisa o recente movimento registado pelo Dollar Index e o seu impacto no mercado.
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