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Certificação 'CFA' impulsionada pelo cenário em que vivemos


A recente crise dos mercados financeiros e a maior globalização da economia mundial trouxe uma nova realidade ao sector financeiro,  provocando um aumento da regulação (quantidade e qualidade) e uma maior exigência de rácios de capital. Paralelamente, houve um compromisso por parte das instituições financeiras no sentido de adotar  códigos de ética mais exigentes e melhores padrões de conduta profissional por parte dos seus trabalhadores. Como seria de esperar, tais alterações e exigências trouxeram uma maior competitividade entre os profissionais do setor, sentindo estes a necessidade de uma maior e melhor formação profissional.

Não será por isso uma surpresa que o número de CFA Chartholder´s tenha vindo a aumentar nos últimos anos, contando já com mais de 100,000 profissionais espalhados pelo globo, numa comunidade com mais de 130 sociedades locais, em 58 países. Marcado por elevadas exigências de padrões de conduta profissional e um rigoroso cumprimento do condigo de ética, os CFA Chartholders comprometem-se a elevar os padrões de instrução, integridade e excelência profissional. É cada vez maior o número de instituições financeiras a exigir aos seus trabalhadores este tipo de certificação profissional, principalmente aos profissionais ligados à gestão e aconselhamento de ativos financeiros.

Portugal não escapa à regra e não só o número de CFA Chartholders tem vindo a aumentar, como as melhores universidades do país se têm associado ao CFA Program. Os master in finance da católica e o da FEP são os exemplos mais recentes, mas estou convencido que outros virão.

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