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Captações líquidas: quais os fundos de curto prazo com fluxos positivos em março?


O mês de março seguiu a mesma tendência dos meses anteriores, no que diz respeito às captações líquidas do mercado nacional. Isto é, o mês foi negativo, com os resgates a serem maiores do que as subscrições em 113 milhões de euros, segundo os dados publicados pela Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios – APFIPP.

Apesar dos valores negativos totais, algumas categorias conseguiram ter captações líquidas positivas. Uma delas é a que junta os fundos de Curto Prazo, isto é, os fundos que “investem em ativos de elevada liquidez, sendo que mais de 50% dos activos em carteira devem ter prazo de vencimento residual inferior a 12 meses”.

Dos produtos que fazem parte desta categoria, apenas quatro conseguiram ter captações líquidas positivas no terceiro mês de 2016. A liderança coube ao BPI Liquidez, da BPI Gestão de Activos, que ‘amealhou’ mais de 7,1 milhões de euros. O fundo destacou-se em janeiro, como o segundo produto nacional que mais captações líquidas registou. É, também, o único produto deste segmento que regista captações líquidas positivas em todos os meses de 2016.

Muito perto dos 1,5 milhões de euros surge o Patris Tesouraria. Sob responsabilidade da Patris Gestão de Activos, o fundo tinha no final de março mais de 8 milhões de euros em ativos sob gestão.

O Popular Tesouraria e o IMGA Liquidez foram os restantes fundos que conseguiram ter captações líquidas positivas no mês de março. O produto sob gestão da Popular Gestão de Activos registou captações líquidas de 974 mil euros enquanto o da IM Gestão de Ativos ficou perto dos 600 mil euros.

Fundos de curto prazo com captações líquidas positivas

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Fonte: APFIPP no final de março.

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