Capital Group European Growth and Income Fund: semelhanças e diferenças entra cada um dos três co-gestores do fundo


O Capital Group European Growth Income é um dos fundos em destaque do Capital Group. Trata-se de um fundo de ações europeias com a classificação Blockbuster e Consistente Funds People, cujo processo de investimento se baseia em grandes convicções. “Este foi desenvolvido baseando-se num modelo de análise próprio, global e exaustivo e está desenhado para capturar e avaliar de forma constante as melhores ideias. Com 57 analistas de carreira distribuídos por seis escritórios a nível global, os investimentos provêm de perspetivas e pontos de vista especializados”, explica Martyn Hole, diretor de Investimento no Capital Group (na imagem), à Funds People.

No Capital Group, a rede global de analistas e gestores de carteiras trabalham conjuntamente de tal forma, que os gestores que obtêm ideias dos analistas e, juntamente com as suas próprias análises fundamentais e com as visitas que fazem às empresas, escolhem as suas maiores convicções que são imediatamente incorporadas na carteira. “A solidez da nossa análise permite-nos incluir algumas empresas de pequena e média capitalização, em vez de ficarmos exclusivamente com os típicos títulos de grande capitalização”, assinala Hole.

Os gestores não têm em conta os índices de referência e contam com a flexibilidade para poder investir onde veem as melhores oportunidades. Cada gestor seleciona títulos independentemente de outros gestores, o que contribui para diversificar a carteira. “Contamos com uma equipa estável de profissionais de investimento, o que possibilita uma abordagem consistente a longo prazo, em que os três gestores do fundo acumulam uma média de 26 anos de experiência na indústria, 23 deles no Capital Group”, afirma.

O fundo Capital Group European Growth and Income Fund (LUX) encontra-se atualmente no primeiro decil a 5 e 10 anos de retorno. O fundo também conseguiu situar-se no primeiro quartil de rentabilidade a 5 anos e com um ratio information também de 5 anos para a maior parte dos períodos desde o seu lançamento. O fundo é gerido por três gestores – Mark Denning, David Riley e Caroline Randall – de uma forma bastante original - cada um deles é responsável por um terço da carteira. Cada um deles procura coisas diferentes.

Denning procura retornos em três fontes diferentes: um PER progressivo, lucros em alta e dividendos progressivos. Tem um bias micro muito claro e dedica uma parte significativa do seu tempo à análise de empresas.

Riley centra-se de igual modo no risco de desvalorização e no potencial de subida. Também presta muita atenção ao balanço e às métricas de alavancagem e gosta de se reunir com frequência com as equipas diretivas das empresas.

Randall gosta das oportunidades que oferecem valorizações com desconto nas quais as perspetivas de crescimento ou não foram tidas em conta ou não foram interpretadas corretamente pelo mercado. Foca-se na qualidade da equipa de direção.

Os três gestores partilham várias semelhanças na sua abordagem de investimento: procuram investir em empresas com trajetórias sólidas e com boas equipas diretivas, avaliam o horizonte de investimento a longo prazo de cada empresa, por exemplo, ao considerar projeções para três anos e não apenas para resultados trimestrais. Por último, partilham também a ideia de que as valorizações são importantes.

Atualmente, o fundo está amplamente investido no setor financeiro, industrial e material, o que revela as perspetivas positivas que os gestores têm sobre a economia europeia. Por países, Reino Unido, França e Espanha representam de forma combinada 50% do total, embora os gestores tenham reduzido a exposição a empresas britânicas e centrando-se, em vez disso, naquelas empresas que têm uma parte importante das suas receitas fora do Reino Unido, tendo em conta o caminho tomado pelo Brexit. 

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