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BPI Reestruturações com melhor relação rentabilidade e risco a um e três anos


Através dos dados fornecidos pela Morningstar Direct, é possível compreender que existem atualmente quatro fundos que compõem a categoria “Global Large-Cap Blend Equity”: o BPI Reestruturações, o IMGA Global Equities Selection, o NB Momentum e o Caixagest Ações Líderes Globais. Nesse sentido, e tendo em conta a rentabilidade e o risco assumidos por estes fundos, torna-se importante observar a sua atividade ao longo do tempo. A análise que se segue apresenta o comportamento destes fundos de ações a um, três e cinco anos.

Mapa de rentabilidade e risco a um ano

De entre os quatro fundos acima referidos, o BPI Reestruturações é aquele que apresenta a melhor relação rentabilidade e risco a um ano. Com uma rentabilidade de 13,38% e um desvio padrão de 6,76%, este é um fundo de ações aberto, sob gestão da BPI Gestão de Activos. O setor com maior peso na sua carteira é o industrial (15,5%), seguido do consumo não-cíclico (15%) e do financeiro (14,2%), sendo que investe maioritariamente nos Estados Unidos (47,9%).

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Mapa de rentabilidade e risco a três anos

Analisando o panorama a três anos, o BPI Reestruturações volta a encontrar-se em primeiro lugar nesta relação. Obteve 9,17% de rentabilidade e 10,32% de desvio padrão, sendo seguido pelo Caixagest Ações Líderes Globais, fundo com selo Blockbuster da Funds People, que obteve 9,82% de rentabilidade e 13,34% de desvio padrão. Este fundo, gerido pela Caixagest, é um fundo aberto de ações internacionais que investe com maior incidência no setor das tecnologias da informação (33,26%), alimentar (18,83%) e bens de consumo (14,89%).

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Mapa de rentabilidade e risco a cinco anos

Ao observar a situação a cinco anos, são apenas três os fundos de ações que compõem esta lista, uma vez que que o Caixagest Ações Líderes Globais foi criado apenas em 2013. O melhor posicionado, com uma rentabilidade de 10,45% e um desvio padrão de 10,76%, é o IMGA Global Equities Selection. Gerido pela IM Gestão Ativos e por António Dias, a carteira deste fundo é focada essencialmente no setor do consumo não-cíclico (23,97%), tal como no financeiro (20,47%) e tecnológico (12,50%), sendo também nos Estados Unidos que mais investe (54,8%).

De destacar ainda o NB Momentum, gerido pela GNB Gestão de Ativos, que neste período obteve uma rentabilidade de 8,15% e um desvio padrão de 11,50%. Trata-se de um fundo gerido por Fátima Só que investe maioritariamente no setor financeiro (20%), consumo cíclico (18%) e tecnológico (13%).

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