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BMO GAM: "A empresa concentra-se exclusivamente na prestação de serviços de gestão de carteiras a clientes institucionais"


 

- Como é que o vosso método de gestão de carteiras se diferencia dos demais?

A diferenciação do método de gestão de carteiras da BMO GAM Portugal faz-se, em primeiro lugar, pela forma como abordamos o mercado português: a empresa concentra-se exclusivamente na prestação de serviços de gestão de carteiras a clientes institucionais o que permite, pela dimensão e profissionalismo dos seus clientes, uma abordagem conjunta da melhor forma de gerir as carteiras, incluindo sinergias a nível operacional. Em segundo lugar, a empresa diferencia-se por assegurar uma presença local que permite o acesso imediato dos clientes e um conhecimento pormenorizado da realidade nacional em termos de legislação e regulamentação (incluindo as aplicáveis aos clientes) e práticas de mercado, ao mesmo tempo que beneficia da presença global da BMO Global Asset Management e do BMO Financial Group que disponibiliza o acesso a especialistas globais na gestão das mais diversas classes de activos. A BMO GAM Portugal incorpora a proposta de valor do Grupo em que se integra, oferecendo transparência aos clientes através do acesso aos nossos dados, às nossas pessoas e às nossas perspectivas; asseguramos desta forma a criação de parcerias de longo prazo com os nossos clientes.

 - Como é que MiFID II se reflete no vosso trabalho e que mudanças implementaram por via da regulação?

 A regulamentação DMIF II tem, como é sabido, os seus objectivos principais na melhoria da protecção de clientes e do funcionamento dos mercados. Embora determinadas práticas agora regulamentadas estivessem já, de alguma forma, incorporadas no funcionamento da BMO GAM, outras foram necessárias definir ou formalizar. Em especial, a nova regulamentação implicou a implementação de novos sistemas de monitorização e reporting que obrigou a alterações substanciais dos processos e à adição de novas aplicações informáticas destinadas ao suporte ao cumprimento de novas obrigações (reporte e publicação de transacções, monitorização de comunicações, apuramentos de custos de transacção, etc.). Especialmente significativa, em termos de impactos operacionais e de custos, foi a implementação da contratualização e monitorização da obtenção de serviços de research.

(Na foto, a equipa de gestão de patrimónios da BMO GAM. Da esquerda para a direita: João Eufrásio, Ana Serra, Pedro Nicolau, Margarida Esteves da Fonseca, Carlos Bagulho, Pedro Rebordão, Hugo Marques, Paulo Figueiredo).
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