BlackRock redefine o seu modelo na Europa e nomeia Iván Pascual como responsável de vendas de fundos e ETF na EMEA


A BlackRock redefine o seu modelo na Europa. A maior gestora do mundo integrou as suas equipas comerciais de gestão ativa e indexadas, com o objetivo de se adaptar à estrutura dos distribuidores e investidores institucionais. Na entidade, consideram que, num ambiente pós-MiFID e sob um contexto de maior pressão de margens, os investidores europeus estão a examinar melhor as fontes de retorno das suas carteiras. E isso tem implicações importantes para as equipas comerciais da entidade, o que os levou a redesenhar a sua estrutura.
 
A combinação de alfa, beta e fatores, juntamente com uma maior oferta de produtos em fundos e em ETF, está a fazer com que os investidores evoluam no seu processo de investimento com um enfoque centrado no conjunto da carteira e menos centrado individualmente no produto que a constitui. Isso faz com que a divisão tradicional da estrutura de equipa, entre comerciais dedicados à venda de fundos ativos e responsáveis ​​pela promoção de produtos indexados, faça hoje menos sentido para as gestoras com oferta de ambos os lados.
 
Como resultado desse movimento, a BlackRock nomeou Iván Pascual como o novo responsável de vendas de fundos e ETFs para Europa, Médio Oriente e África (EMEA). É um profissional conhecido na Península Ibérica, embora mais em Espanha, e com uma longa carreira profissional na firma americana.
 
Pascual iniciou a sua carreira na BlackRock como diretor da iShares na Península Ibérica. Em 2015, doi para Nova York como chefe de distribuição da empresa para o canal de distribuição da América Latina, com a responsabilidade de liderar o relacionamento com bancos privados, distribuição de retalho, plataformas, family offices e gestores de fundos. Há quase um ano, foi nomeado responsável de vendas na Europa para os negócios da ETF e fundos índice BlackRock, lidando com todos os canais de vendas - retalho, wealth e institucional - na EMEA nos escritórios da empresa em Londres.
 
Mas essa integração de equipas comerciais não é a única mudança realizada pela entidade na sua estrutura. A gestora também criou o negócio Wealth na Europa, sob a responsabilidade de Michael Gruener, que ficará encarregado de liderar esse negócio. O objetivo: criar uma estrutura central que permita atender de maneira holística as necessidades dos bancos privados da região.

Esta unidade oferecerá tecnologia e soluções integradas para projetos de terceirização de gestão de ativos. A nova abordagem concentra-se em ser um fornecedor de soluções de gestão de ativos: produtos, tecnologia, análise e serviços de consultoria. A gestora está convencida de que a integração das forças de vendas acelerará esse processo.
 

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