BCP é o título nacional com mais peso nas carteiras dos fundos mobiliários pelo 7.º mês consecutivo


Desde março, o BCP é o título com mais peso nas carteiras dos fundos mobiliários nacionais. Este mês, volta a ficar na primeira posição, com um valor de 21 milhões de euros, o que representa 11,3% do total investido no mercado nacional de ações. No entanto, de acordo com os dados da CMVM, apesar de voltar a assumir esta primeira posição, registou uma queda de 4% em relação ao mês de setembro.

A Galp assume a segunda posição no ranking de títulos com maior preponderância nas carteiras de fundos mobiliários portugueses, com 15,5 milhões de euros investidos (que representa 8,4% do total investido) e a SONAE SGPS encontra-se em terceiro lugar com 15,3 milhões investidos (8,3% do total).

o

Fonte: CMVM, outubro 2017

Depois de, em setembro, o valor das aplicações em dívida pública nacional ter crescido 3,8%, no mês de outubro verificou-se a tendência oposta, tendo descido 5,2%. No que respeita à dívida pública estrangeira, tal como tinha acontecido no mês anterior, verificou-se um recuo dentro dos portefólios mobiliários nacionais, em outubro, de 11%. No que respeita ao investimento em obrigações, no mês passado este decresceu 1,2% nas emitidas por emitentes nacionais, mas cresceu 3,9% nas de emitentes estrangeiros. O investimento protagonizado pelos fundos nacionais em ações também aumentou, tendo esse crescimento sido mais significativo nas ações estrangeiras (6%), comparativamente com as nacionais (0,6%).

A Caixagest voltou a ser a sociedade gestora com maior quota de mercado (31,7%), com um total de 27 fundos, seguida pela BPI Gestão de Activos (26,8%), totalizando 25 fundos, e a IM Gestão de Ativos (17,8%), com 28 fundos. A BPI Gestão de Ativos foi a única sociedade gestora neste top 3 a registar uma descida em termos de quota de mercado, na ordem dos 0,73%. Já a que mais cresceu, em termos globais, foi a IM Gestão de Ativos, com uma subida de 3,46% em relação a setembro.

o

Fonte: CMVM, outubro 2017

Em termos gerais, o valor sob gestão dos organismos de investimento coletivo em valores mobiliários totalizou 10.892,1 milhões de euros, mais 383,0 milhões de euros (3,6%) do que em setembro, enquanto nos fundos de investimento alternativo o valor sob gestão desceu 4,2%, para os 1.367,6 milhões de euros.

Empresas

Notícias relacionadas

Próximos eventos