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BBVA Gestão Flexível premiado na categoria misto flexível


 

O BBVA Gestão Flexível, da BBVA Gest, venceu o prémio Morningstar/Diário Económico deste ano, na categoria de melhor fundo nacional misto flexível.

O fundo está maioritariamente investido em unidades de participação (UPs) de fundos de investimento; no final de Abril, a carteira era composta por 81,31% de unidades de participação e 17,82% de liquidez.

As cinco maiores posições do fundo eram: M&G Optimal Income A-H Grs Acc Hdg Eur (14,26%), Amundi Fds Absolute Vol World Eqs IHE-C (12,23%), Robeco US Premium Equities IH Eur (10,46%), Pioneer Fds US Pioneer Eur HND (10,23%) e DJ Stoxx 50 Jun 13 (9,17%), de acordo com informação divulgada pela Morningstar.

O valor global do fundo ascendia a 15,13 milhões de euros, no final de Abril, e a rendibilidade anualizada a 12 meses situava-se em 15,78% no dia 17 deste mês, segundo dados publicados pela APFIPP.

De acordo com o prospecto, “com o objectivo de optimizar a rentabilidade, o risco e a liquidez, o fundo poderá investir em unidades de participação de fundos de obrigações, de fundos de acções e de fundos monetários ou equivalentes, acções, obrigações, instrumentos de mercado monetário e instrumentos financeiros derivados”. A proporção, individual ou conjunta nos activos referidos, segundo o mesmo documento, “é flexível, podendo variar entre 0% e 100%”, sendo que, “sempre que as circunstância de mercado o aconselhem, o fundo pode ter 100% do seu património investido numa única categoria destes activos”.

Com início de actividade em 18 de Abril de 2005, o BBVA Gestão Flexível (anteriormente designado BBVA Gestão Flexível Todo-o-terreno) é um fundo de capitalização e “adequa-se a clientes que pretendam constituir carteiras de investimento diversificadas, com tolerância a eventuais desvalorizações de capital, e que pretendam captar as rentabilidades proporcionadas pelas oportunidades de investimento nos mercados accionistas e obrigacionistas”, é referido no prospecto do fundo. O prazo de investimento recomendado “terá como horizonte temporal mínimo cinco anos”.

 

 

(entrevista com o gestor na próxima edição da revista Funds People Portugal)

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