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Bankinter com o pé definitivamente em Portugal


Desde o passado dia 1 de abril que a marca Bankinter entrou em Portugal. Em conferência de imprensa, Maria Dolores Dancausa, CEO do Bankinter, e Carlos Brandão, country manager em Portugal, apresentaram os principais eixos de negócio para o nosso país.

Um dos focos enunciados por ambos durante a apresentação é a especial atenção à Banca Private, Premier e Corporate. Concretamente sobre a Banca Premier e Private, o objetivo passa por alcançar os 10% de quota de mercado até 2018, comparativamente com os 6% e 5% que constituem, respetivamente, as bases da carteira de negócio existente. Carlos Brandão acrescentou ainda, a este nível, que “os dois centros de Private Banking em Lisboa e no Porto são para manter”, continuando a fasquia de clientes deste segmento a estar fixada num património superior a 1 milhão de euros.

Ainda sobre o segmento private, fica claro que a articulação de serviços será feita com “as 84 agências de retalho para as necessidades correntes dos clientes”, existindo, na proposta de valor, “produtos de investimento adequados às necessidades dos clientes private”.

Fundos de pensões adquiridos ao Barclays

De recordar é também que a atividade de seguros de vida e fundos de pensões foi adquirida ao Barclays, passando estes últimos, segundo o comunicado, a ser geridos pelo “Bankinter Seguros de Vida em parceria com a Mapfre”.

Equipa de gestão de ativos mantém-se

Carlos Brandão durante a conferência confirmou também que a gestora de ativos local do Barclays foi incluída na transação e, por isso, será “desenvolvida numa articulação muito próxima com a própria sociedade gestora de ativos do Bankinter em Espanha”. Referindo-se aos fundos PPR previamente geridos localmente pelo Barclays Wealth Managers Portugal, o country manager reforçou que vão ser mantidos, embora sejam adicionadas mais “capacidades a essa sociedade gestora”, colaborando diretamente com a equipa de Espanha.

Os clientes do Bankinter, tal como a Funds People já tinha confirmado recentemente, vão ter à sua disponibilidade “fundos em arquitetura aberta”.

Ao nível dos ativos sob gestão, a entidade em termos ibéricos apresenta no total 23.511 milhões de euros. Essa soma representa um incremento de 12%, depois da compra de operações do Barclays.

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