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Banco Carregosa com mais de 1.000 milhões de euros em ativos sob supervisão no final de 2018


O ano de 2018 foi positivo para a atividade do Banco Carregosa. A instituição financeira de banca privada do Norte do país, que nasceu em 1833 como casa de câmbios, apresentou um resultado líquido de 1,15 milhões de euros, o que compara com os 800,7 mil euros do exercício de 2017.

Sobre a atividade do banco no ano, Maria Cândida Rocha e Silva, presidente do Conselho de Administração comenta, no relatório e contas, o ambiente exigente para um banco da dimensão do Banco Carregosa. “É que as surpresas que têm surgido no sector financeiro fazem com que os reguladores se preocupem obsessivamente em colmatar todas as brechas por onde essas surpresas possam ainda passar e tudo isto torna o viver dos Bancos algo difícil. Compreensivelmente difícil, mas difícil!”

Destaca também o objetivo atingido no ano de atingir os 1.000 milhões de euros em ativos sob supervisão (ativos sob gestão, custódia e depósito de clientes fecharam 2018 nos 1.094 milhões de euros), a par da evolução positiva do produto bancário (+9%) reforço de equipas (crescimento de 50% no número de private bankers) e promoção do lançamento de novos produtos, incluindo fundos imobiliários de rendimento. A instituição financeira concluiu também no ano uma parceria com um fabricante de metais preciosos de referência na Alemanha, com mais de 150 anos de história, para iniciar a comercialização de ouro em barra com “total garantia de fiabilidade”, no sentido de diversificar a oferta ao cliente. Deixa, por fim, nota também para a inauguração de instalações renovadas em Lisboa.

AAAAAA

Sobre o segmento de banca Affluent, no relatório e contas do passado exercício é destacada a atividade das plataformas de negociação online, embora também a crescente importância dos fundos de investimento e as estratégias de gestão discricionária ajustadas aos objetivos de investimento dos clientes.

Depositário

Segundo o relatório e contas da entidade, no final de 2018, o Banco Carregosa exercia funções de entidade depositária de 10 fundos de investimento imobiliário e de 12 fundos de capital de risco, cujo valor líquido global ascendia, em 31 de dezembro de 2018, a 359 milhões de euros, dos quais 245 milhões de euros correspondem a fundos de investimento imobiliário e 114 milhões de euros a fundos de capital de risco. “Esta evolução traduziu-se, face ao final de 2017, num crescimento superior a 40%, tendência que deverá manter-se no próximo ano”, pode ler-se no relatório.

Contas

Como referido anteriormente, em 2018, o banco obteve resultados líquidos positivos de 1.15 milhões de euros que compara com os 800.7 mil euros do exercício anterior. Os rendimentos e encargos de serviços e comissões, apresentaram em ambos os casos uma variação homóloga negativa de 16,9% (-1,1 milhões de euros e 17,9% (-407 milhões de euros), respetivamente, “sendo de assinalar na vertente dos rendimentos, uma diminuição de 29,48% na negociação de ações, 77,9% na negociação de operações fora de bolsa e 27,4% em outras comissões, onde se destacam as comissões por colocação e consultadoria que, no seu conjunto, justificam a variação absoluta demonstrada".

AAA

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