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As novas caras da equipa Baluarte


A Baluarte foi criada em meados de 2014, mas a actividade comercial iniciou-se apenas em 2015, após um período de cuidadosa preparação do modelo de investimento e serviço ao cliente. Desde o início, a missão tem sido ajudar investidores individuais, famílias e investidores institucionais a protegerem o seu património e a alcançarem os seus objectivos financeiros. Para tal a Baluarte aplicou em Portugal o modelo de Multi-Family Office testado com sucesso em mercados mais avançados, através da criação de uma sociedade de consultoria para investimento que satisfizesse, à partida, as exigências de independência, transparência e universalidade do aconselhamento que a directiva MiFID II virá impor a partir de 2018. Depois de provar a eficácia do modelo de negócio, chegou a altura da Baluarte iniciar um “novo ciclo de crescimento assente naquelas que têm sido as bases do projeto até agora, num processo que se pretende que seja efectuado de forma segura e progressiva”. Quem o diz é Pedro Assis, managing partner na sociedade, no momento em que apresentou as três caras novas que vêm acrescentar valências à equipa, tanto na área de investimentos, como na área comercial. “É muito importante crescer bem, e o alargamento da equipa com a entrada da Rita González, Miguel Cordovil e Artur Vieira irá permitir-nos fazê-lo.”, acrescenta.

A nova cara da gestão de carteiras

Rita_GonzalezComeçando precisamente pela primeira, Rita González junta-se assim este mês à Baluarte como Partner com a responsabilidade da gestão de carteiras de particulares. Vinda do Deutsche Bank, a profissional acumula 19 anos de experiência na gestão de carteiras de particulares em várias entidades bancárias. “A entrada na Baluarte resulta da minha experiência em grandes instituições bancárias que me fez perceber o distanciamento destas grandes entidades na relação com o cliente, algo que tenho procurado contrariar toda a minha carreira profissional. É na relação com o cliente que nos apercebemos de onde está o valor e quais são as suas reais necessidades. É ao cliente que temos que servir”, salienta. “Achei que este seria o projeto onde poderia claramente encontrar uma forma de satisfazer esta profunda convicção daquilo que é acrescentar valor ao cliente”, acrescenta.

Rita González não deixa de destacar a eficiência de uma estrutura como a da Baluarte: “É uma estrutura suficientemente leve para que cada um de nós tenha um contributo relevante para a definição e execução da estratégia”. Salienta assim a robustez da equipa e a conjugação de diferentes competências técnicas e soft skills que fazem da baluarte um projeto único.

Já no que concerne os desafios na gestão das carteiras, a profissional acredita que modelo desenvolvido e aplicado na entidade é “profundamente robusto” e baseia-se numa disciplina que não é muito comum: “O que se observa noutros sítios é que o ruído nos mercados acaba muitas vezes por comprometer uma estratégia de longo-prazo. O segredo para contornar essa questão é definir essa estratégia e mantermo-nos fiéis ao modelo”.

Desenvolvimento de negócio

Miguel_CordovilNa Baluarte já desde 2015, mas a partir de agora como Partner,  Miguel Cordovil é um profissional com uma carreira de mais de 25 anos na banca, da qual destaca a experiência recente na unidade de private banking do Banco Santander em Portugal. “Nos dez anos anteriores à minha entrada na Baluarte o mercado passou por várias crises e pela introdução de novos regimes regulatórios que produziram alterações significativas ao nível dos processos de negócio. Foram 10 anos riquíssimos, ao longo dos quais foi possível acumular grande experiência que pomos agora ao serviço dos nossos clientes”, salienta Miguel Cordovil.

O novo Partner na entidade viu na Baluarte um projeto apelativo que almeja recuperar a confiança que as pessoas perderam na gestão de investimentos em resultado de todos os eventos que se deram na última década: “Aprecio especialmente o modelo de negócio desenvolvido pela Baluarte, particularmente a forma independente de gerir os investimentos e a forma como se enfrentam os desafios, numa equipa coesa e robusta onde partilhamos um vasto conjunto de valências”, comenta acrescentando que “para nós é importante o regresso aos bons valores e princípios que devem estar na base do aconselhamento e gestão do património dos investidores”.

Assumindo funções de desenvolvimento de negócio, o profissional vê como uma mais-valia a sua experiência nas áreas de controlo e compliance: “Para uma entidade como a nossa é importante perceber bem os clientes com os quais queremos trabalhar e como os podemos tratar da forma mais adequada”.

Artur_VieiraPor fim, Artur Vieira, CFA, é um profissional que destaca o mundo das finanças como “o meu mundo”. Entra para a Baluarte também numa posição de desenvolvimento de negócio, com o benefício da sua experiência na selecção de fundos e gestão de portfólios, adquirida no ActivoBank e na antiga Millennium Gestão de Activos. Traz também a sua experiência em banca de investimento, adquirida ao longo de dois anos na África do Sul. Por esta razão tem estado a colaborar directamente com Pedro Assis na organização de um conjunto de actividades acessórias que a Baluarte SCI pretenderá explorar logo que MIFID II permita o alargamento do objecto social das SCI. Estão a ser estudadas oportunidades nos sectores de energias renováveis e eficiência energética, npl, imobiliário, venture capital, entre outras, com sinergias com a actividade nuclear da empresa. Artur Vieira entra assim para a Baluarte com um conjunto acumulado de competências que acredita que serão certamente uma mais-valia para o projeto.

Também para Artur Vieira uma das grandes qualidades da Baluarte é a “grande flexibilidade na forma de operar e a sua independência”. “Não tem o peso dos grandes bancos e nós não estamos limitados por uma agenda comercial que por vezes leva os profissionais do sector a tomar decisões que não defendem os melhores interesses dos clientes. Mais um factor que me fez querer juntar a este projeto”, explica.

Uma equipa versátil

Pedro Assis destaca, por fim, a multiplicidade de valências dos novos membros da equipa como o factor mais relevante. “A Rita ocupa-se agora da gestão, mas entende profundamente a área comercial. O Miguel desenvolve a atividade comercial, mas entende profundamente do controlo dessa atividade. O Artur ocupa funções de desenvolvimento de negócio, mas é uma pessoa que entende toda a dinâmica financeira por detrás da gestão de investimentos e seleção de fundos. É uma equipa constituída por elementos com conhecimento directo de toda a cadeia do valor que colocamos à disposição dos nossos clientes. É assim que queremos crescer e seguiremos atentos a talento comercial e de investimentos que partilhe os nossos valores e princípios”, conclui.

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