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As maiores categorias de fundos mobiliários nacionais


No final de fevereiro, os fundos mobiliários nacionais geriam 11.340,6 milhões de euros. Os dados revelados pela APFIPP – Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios – mostram ainda que, quanto às categorias de fundos, é a dos Fundos de Curto Prazo Euro a que gere um maior volume de ativos: 2.996,1 milhões de euros, representando 28,2% do mercado.

A associação divide o mercado de fundos de investimento mobiliário em 28 categorias. As categorias dos Fundos de Mercado Monetário e Curto Prazo Euro representam 28,2% do mercado e ​a categoria dos Fundos Multi-Activos ocupa 21,8% da composição do mercado, com 1.630,3 milhões de euros sob gestão. Nesta última categoria estão, de acordo com a APFIPP, “fundos que investem ou podem investir em mais do que uma classe de activos”. 13 produtos compõem esta categoria, com o maior a ser o IMGA Prestige Conservador, gerido pela IM Gestão de Ativos, com um património superior a 507 milhões de euros.

A fechar o top 3 das maiores categorias de fundos nacionais está a dos Fundos PPR, com 1.607,8 milhões de euros e um peso no mercado de 14,2%. Os produtos nesta categoria – 16 –, tal como o nome sugere, enquadram-se nos planos poupança reforma, caracterizados por investimentos de longo prazo. Desses fundos, destaca-se o BPI Reforma Segura, um produto gerido pela BPI Gestão de Activos, com um valor em carteira de 514 milhões de euros. 

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Gráfico: Nota informativa APFIPP, fevereiro 2017

Caixagest Liquidez alavanca sub-categoria

Há que lembrar que o Caixa Fundo Monetário foi a 16 de janeiro incorporado no Fundo Caixagest Liquidez. Assim, o produto Caixagest Liquidez, o maior fundo nacional, com um valor em carteira de cerca de 1.421 milhões de euros, mudou de categoria, deixando de pertencer à dos F. Mercado Monetário Euro e passando a integrar a dos Fundos de Curto Prazo Euro – agora, a maior do segmento.

As categorias de fundos que mais cresceram

Em fevereiro, a categoria que mais cresceu, em termos percentuais, foi a dos Fundos de Obrigações Internacionais. Cresceu 21,2%, o equivalente a cerca de 12,9 milhões de euros. Já a segunda maior variação positiva registou-se na categoria dos FIA de Acções, com uma subida de 14%. Em valores absolutos, a categoria em destaque é a Fundos de Curto Prazo Euro, com um incremento de 71,5 milhões de euros (correspondente a uma variação de 2,4%). 

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