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Área de fundos de investimento e seguros do Banco Santander Totta cresceu 16,6% entre janeiro e setembro deste ano


Os resultados apresentados pelo Banco Santander Totta relativos ao período entre janeiro e setembro de 2017 dão conta de um resultado líquido de 331,9 milhões de euros. Este montante representa um crescimento de 13% face a igual período do ano passado.

Do lado dos recursos de clientes fora de balanço, verificou-se um crescimento de 16,6% desde o início do ano. Especificamente, a área de fundos de investimento foi aquela que apresentou um maior crescimento – mais 32,4% face ao período homólogo – ascendendo a 1.795 milhões de euros. A área de seguros, por sua vez, registou um crescimento de 9%, totalizando 3.057 milhões de euros. Nota, ainda, para o decréscimo de 1,3% no segmento de depósitos, cujo montante se fixou nos 27.550 milhões de euros.

No que diz respeito às comissões líquidas, estas registaram um crescimento de 4,7% comparativamente ao período homólogo, ascendendo a 248,9 milhões de euros. Segundo o relatório, este crescimento deve-se a uma “maior vinculação e transacionalidade dos clientes”.

Montante sob gestão da Santander Asset Management também regista crescimento

No âmbito do exercício da atividade da Santander Asset Management, o relatório revela que a entidade terminou o mês de setembro com 1.859 milhões de euros em fundos de investimento mobiliário sob gestão, o que representa um aumento de 348 milhões de euros desde o início do ano. Este montante atingido deveu-se à gestão ativa do risco dos fundos de investimento mobiliário, que proporcionou “não só rentabilidades muito interessantes, como também um aumento significativo dos montantes sob gestão que foram alvo da preferência dos investidores”, pode ler-se no relatório. Do lado dos fundos de investimento imobiliário, o montante total ascendeu a 437 milhões de euros no final do nono mês do ano.

Destaque, ainda, para a fusão ocorrida durante o terceiro trimestre deste ano entre os fundos de investimento mobiliário Santander Multiactivos 0-30 e Santander Select Defensivo e dos Santander Multiactivos 20-60 e Santander Global com o Santander Select Moderado, justificada com o objetivo de “racionalizar da gama de produtos”.

Aquisição do Banco Popular aguarda autorização

Nota para o facto destes resultados ainda não refletirem a atividade do Banco Popular Portugal, uma vez que a compra de 100% do capital do Banco Popular Portugal e posterior fusão aguarda autorização tanto do Banco de Portugal, como do Banco Central Europeu.

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