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APFIPP está convicta da qualidade e capacidade técnica da actividade dos fundos de investimento portugueses


José Veiga Sarmento considera que 2013 é um ano desafiante para indústria de fundos de investimento mobiliário portugueses devido três factores principais, dois endógenos e um exógeno.

São eles: o enquadramento fiscal e tributação actualmente aplicada aos fundos de investimento mobiliários (FIM), a transposição da Directiva Europeia UCITS IV e o terceiro factor, que é externo a Portugal, é a própria evolução dos mercados financeiros em que os fundos investem. 

O presidente da APFIPP explica cada um destes factores, afirmando, em género de conclusão, que "a APFIPP entende que chegou o momento de rever o enquadramento tributário, tornando os fundos competitivos". Respondendo à pergunta que intitula o seu artigo de opinião "Gestão nacional de fundos de investimento mobiliário portugueses - Que futuro?" José Veiga Sarmento diz que a "APFIPP está convicta que a actividade dos fundos de investimento em Portugal, dispõe de estruturas empresariais com qualidade e capacidades técnicas que lhes permitem desenvolver a sua actividade ao lado dos mais reputados concorrentes a nível internacional". 

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