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"Apetite" e necessidades dos clientes ditam lançamento de novos produtos


Segundo, Rui Broega, director da gestão de activos do BiG, “tentamos constantemente inovar e ajustar a nossa oferta face às necessidades dos nossos clientes e sempre considerando as conjunturas de mercado onde operamos”. Na mesma linha de pensamento, José Calheiros, director da divisão de Gestão de Activos do Barclays Bank, diz que “em função da dinâmica dos mercados e do apetite dos clientes”, estão sempre “atentos a oportunidades que possam justificar o lançamento de novos produtos”.
Rui Broega acrescenta que, a breve prazo, o BIG irá aumentar “o número de entidades gestoras disponíveis”, alargando assim o leque de fundos que distribuem. “Paralelamente estamos empenhados em criar mecanismos e ferramentas de ‘guidance’ ao investimento, que permitirão ao cliente BiG um maior nível de esclarecimento e autonomia no processo de decisão”.
Neste momento a oferta BiG, salienta, é completa e transversal a diferentes segmentos de cliente e de investimento. “Estamos a aproveitar este período de mercado para aperfeiçoar e desenvolver melhorias no nosso canal online, que será suportado por uma qualidade de serviço especializado ao cliente através da constante formação das equipas de ‘financial advisors’”.
José Calheiros fala na combinação da “oferta local e internacional de fundos de investimento” que permite à instituição ter, hoje, “a generalidade das classes de activos (acções, obrigações, tesouraria) bem coberta”, dando a possibilidade aos clientes de “deter portfolios diversificados, quer via soluções chave na mão como os nossos Risk Profile Funds luxemburgueses, quer usando a nossa gama Multimanager na Irlanda como peças do puzzle da alocação de activos”.
O responsável do Barclays sublinhou, ainda, o lançamento recente, na plataforma irlandesa, do Global Access Fund Global Equity Income, “um fundo de acções global que procura bater o índice MSCI World, através do investimento diversificado em acções com dividend yields elevados. É um fundo que se torna obviamente mais interessante nos dias de hoje, em que as taxas de juro de longo prazo nos mercados desenvolvidos (Europa, E.U.A., Japão) estão em mínimos históricos”. Para além disso,  e referindo-se a Portugal, destacou o lançamento, no ano passado, dos fundos de obrigações hipotecárias portuguesas, Barclays Obrigações 2015, que tiveram “muito sucesso do ponto de vista comercial e cujos retornos têm sido bastante satisfatórios, apesar do enquadramento muito negativo que caracterizou o mercado português de obrigações nos últimos 15 meses”.

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