Mirabaud Global Strategic Bond alcança uma rentabilidade anualizada de 2,7% com 1,8% de volatilidade desde a sua criação


(TRIBUNA de Elena Villalba, diretora geral da Mirabaud Asset Management para a Península Ibérica e América Latina. Comentário patrocinado pela Mirabaud Asset Management.)

Fechámos um 2019 que não foi fácil para os mercados de obrigações, mas com a nossa experiência, o investidor que conseguiu manter a calma e fugir de decisões precipitadas conseguiu colher os seus frutos, especialmente aquele que apostou numa carteira bem diversificada globalmente. Tudo aponta para que a tendência quanto à complexidade do contexto não mudará muito em 2020, não nos deixemos enganar, mas haverá oportunidades que podem ser realmente proveitosas se apostarmos nessa diversificação, estratégias muito seletivas e fundos que incluem ativos de qualidade.

Neste contexto, na Mirabaud Asset Management sentimo-nos especialmente satisfeitos com o comportamento que está a mostrar a estratégia Mirabaud Global Strategic Bond I cap. USD, liderada por Andrew Lake, especialista em obrigações da Mirabaud Asset Management. Trata-se de uma ferramenta baseada na seleção especializada que, seguindo os critérios ESG, deteta as melhores oportunidades do mercado de obrigações onde quer que se encontrarem. E fá-lo incluindo todas as tipologias de ativos: Obrigações Soberanas, Obrigações Corporativas Investment Grade, High Yield, Dívida de Mercados Emergentes e Obrigações Convertíveis.

Graças à sua flexibilidade e à alta diversificação das suas mais de 190 posições, o fundo regista uma volatilidade muito baixa e um importante track record. A rentabilidade anualizada desta estratégia em dólares desde a sua criação em julho de 2014 é de 2,7%,com uma volatilidade de 1,8%. E cumpre o objetivo de preservação do capital, uma máxima que seguimos sempre na Mirabaud.

A Global Strategic Bond é uma ferramenta total return que, sem deixar para trás áreas chave como são a liquidez e a transparência, persegue a diversificação do risco e a preservação do capital. Este modelo operacional fez do Mirabaud – Global Strategic Bond I cap. USD merecedor de quatro estrelas Morningstar e classificação Citywire +. A 30 de novembro deste ano, a estratégia contava com 560 milhões de dólares sob gestão.

O objetivo a que se propuseram Andrew Lake e Fatima Luis, cogestora do fundo, foca-se em gerar uma rentabilidade positiva com uma volatilidade menor do que a dos seus concorrentes ao longo de vários ciclos. Para o alcançar, a equipa partiu de uma abordagem top down e trabalha com um modelo de gestão ativa, tanto da duração como da exposição creditícia ao longo do ciclo económico. De facto, é precisamente esta gestão a que se edifica como o principal impulsionador do rendimento do fundo.

Com base nesta gestão ativa, o fundo consegue detetar as melhores oportunidades em cada momento de mercado. Neste sentido, no momento atual de mercado, com um contexto económico de baixo crescimento,  mas excessivamente danificado, e sem detrimento do comércio, o crédito deverá ter um rendimento superior, pelo que a equipa de gestão do fundo somou à carteira valores High Yield de qualidade, incluindo o sector energético, assim como acrescentou uma maior exposição a mercados emergentes e decidiu manter a sua posição, ainda que reduzida, nas obrigações do Tesouro dos Estados Unidos.

Com esta estratégia, totalmente flexível e adaptável, a equipa gestora consegue tirar proveito das ineficiências nos mercados de obrigações e dos períodos de volatilidade. Por exemplo, a duração a que nos referimos desempenhou o seu papel este ano: a grande exposição às obrigações do Tesouro dos Estados Unidos funcionou especialmente bem.

A equipa de Lake aproveita também as oportunidades de valor relativo de distintas regiões geográficas, sectores e componentes de todo o universo de obrigações. Neste sentido, e como sempre defendeu o gestor, é fundamental investir de forma totalmente flexível, o que permite definir a duração e os posicionamentos do fundo, tanto geográficos (não nos esqueçamos que os ciclos são distintos segundo a zona geográfica) como de tipo de ativo, em função do ciclo económico e da macro. Investir em zonas distintas e sectores dentro do universo de obrigações proporciona, em definitivo, flexibilidade e permite alcançar as melhores opções disponíveis.

Outro dos pontos diferenciadores na gestão deste fundo está no facto de o risco da carteira ser gerido por um grupo especializado de especialistas que trabalha estreitamente com a equipa de Andrew Lake, mas, ao mesmo tempo, reportando diretamente e de forma independente o CEO da Mirabaud Asset Management, o que traz um grande valor acrescentado face a outras ferramentas do mercado de obrigações globais.

Fechámos um ano complexo e entramos num 2020 em que o perfil do território económico continua a ser difícil de prever. Nesta situação, o ponto-chave do sucesso reside muitas vezes na capacidade de efetuar mudanças rápidas na alocação de ativos. Uma vez mais, os resultados, neste caso do Mirabaud - Global Strategic Bond, avalam a aposta da Mirabaud Asset Management num modelo de gestão ativa, flexível e sem restrições, que permite aos nossos gestores de obrigações globais focarem-se em implementar as melhores ideias e extrair valor real em qualquer momento do ciclo de mercado.

Não quero despedir-me nesta ocasião sem desejar a partir desta tribuna a todos os leitores da Funds People e à magnífica equipa da revista um 2020 muito feliz que, por certo, virá carregado de desafios, mas também de boas oportunidades. Os meus melhores desejos para todos no ano que acabámos de começar.

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