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Ações e dívida pública retraem-se ligeiramente nas carteira dos fundos de pensões


De facto, o primeiro semestre de 2020 acabou por marcar um decréscimo para os ativos geridos pelos fundos de pensões. Uma queda que se cifrou em 0,6% comparativamente com o final de 2019, mas que ficou justificada por um quebra muito específica: a diminuição de 1,3% nos ativos geridos pelos fundos de pensões fechados, que terminaram junho nos 18,96 mil milhões de euros de montante gerido. Olhando para o agregado dos fundos de pensões, o montante a cargo destes produtos ficou nos 21,70 mil milhões de euros.  

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Fonte: ASF, junho

Tendo em consideração as contribuições entregues aos fundos e as respetivas pensões pagas, a rentabilidade dos fundos de pensões, face ao final do ano de 2019, foi de -1,9%.

No que diz respeito às carteiras dos fundos de pensões, e como vem sendo habitual, pouco mudou. A ASF escreve mesmo que “a estrutura da composição das carteiras foi semelhante à observada no final do ano de 2019”.

Destacam-se, no entanto, “a diminuição do peso de ações, de depósitos bancários e de dívida pública e um aumento do peso das obrigações privadas”. Os fundos de investimento, como visível abaixo, rondavam em junho os 33% do total da carteira dos fundos.

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Fonte: ASF, junho

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