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“A gestão é realizada em permanente monitorização dos mercados financeiros”


“O Departamento de Gestão de Activos é responsável pela gestão discricionária das carteiras de clientes, pela gestão dos fundos de investimento mobiliário próprios, e pelo lançamento e gestão de produtos estruturados para clientes particulares e institucionais, e derivados de cobertura de riscos para clientes empresas. Selecciona, ainda, fundos de investimento mobiliários de parceiros internacionais para colocação junto dos clientes”.

Qual o universo e abordagem de investimento?

O universo de investimento é global e com uma abordagem, sempre que possível, multi-gestor, com base num trabalho sistemático de selecção e acompanhamento dos melhores fundos de investimento, incluindo ‘exchange traded funds’. Dentro de determinados limites, previamente definidos em conjunto com o cliente, a gestão é realizada pela equipa de gestão de activos do Banco Invest, em permanente monitorização dos mercados financeiros. Identificados as principais tendências em cada uma das classes de activos, é definida e implementada a estratégia de investimento.

Como é feita a gestão de carteiras?

O ‘value-at-risk’ das carteiras é gerido activamente, de forma a aumentar ou reduzir a exposição em momentos de menor ou maior volatilidade dos mercados. Para os clientes que desejam uma maior intervenção na gestão do seu património, pretendendo, contudo, dispor de um aconselhamento profissional, o banco desenvolveu um serviço de ‘advisory’, que dá acesso à composição das carteiras sob gestão discricionária. De acordo com o perfil de risco do cliente, e com as suas necessidades de liquidez, o banco sugere várias alternativas para a constituição do portfolio, recomendando periodicamente as alterações a introduzir na composição dos investimentos, em função da evolução dos mercados.

Quantos fundos mobiliários gerem?

São geridos pela equipa de gestão de activos dois fundos de investimento mobiliário. O fundo Alves Ribeiro – Médias Empresas Portugal, que investe preferencialmente em acções de empresas portuguesas de média dimensão, podendo, no entanto, ter uma exposição não superior a metade do seu valor em empresas com capitalização bolsista superior a 5 mil milhões de euros. E o Alves Ribeiro – PPR, um fundo que investe mais de 50% em obrigações de dívida pública com maturidade superior a um ano. O investimento em acções está limitado a 30%. O remanescente é investido em valores mobiliários representativos de dívida de empresas, fundos de investimento imobiliário e valores mobiliários que invistam ou repliquem a evolução dos preços de matérias-primas. Os investimentos não denominados em euros estão limitados a um máximo de 15%.

Que outros produtos disponibilizam aos clientes?

O banco tem, também, uma oferta alargada de produtos estruturados, tanto ao nível dos activos subjacentes como das estruturas existentes. O leque de subjacentes inclui acções individuais, nacionais e estrangeiras, índices de acções mais representativos do mercado, taxas de câmbio e taxas de juro, bem como ‘commodities’ e risco de crédito. Relativamente às estruturas, o banco proporciona aos seus clientes (particulares e institucionais), sempre numa abordagem ‘taylor made’, a implementação de várias estratégias de investimento, com ou sem risco de capital. O Banco Invest oferece, ainda, um conjunto de produtos estruturados, formatados de acordo com as reais necessidades dos seus clientes empresas, sobre diversos activos subjacentes, nomeadamente taxas de juro, taxas de câmbio e ‘commodities’.

A oferta de produtos inclui fundos de terceiros?

Sim. De acordo com as perspectivas de evolução dos mercados financeiros, o banco selecciona aqueles que considera serem os melhores fundos de investimento mobiliário, entre os disponibilizados pelas sociedades gestoras estrangeiras com as quais possui acordos de distribuição. A oferta disponibilizada aos clientes engloba fundos de acções, obrigações, ‘commodities’, alternativos e alocação de activos (mistos).

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