“A arte de fazer perguntas”: um livro para reacender a nossa curiosidade natural


Ana Gomes, CFA Tree Family OfficeA minha sugestão de leitura recai num dos livros que estou a ler atualmente. Intitula-se “A arte de fazer perguntas” de Warren Berger, e aborda a relação recíproca entre as perguntas e a inovação.

Cada vez mais a capacidade de questionar é um fator diferenciador de sucesso de empresas e gestores. Mas não se trata de simplesmente fazer perguntas. Tudo se prende com fazer as perguntas certas. Responder às perguntas erradas é uma perda de tempo e de recursos, e não permite resolver o verdadeiro prob500xlema.

Perguntar tem o efeito de libertar as mentes das pessoas. As perguntas podem ser fundamentalmente subversivas, disruptivas e até mesmo divertidas e parecem pôr as pessoas no modo de funcionamento exigido para criar qualquer coisa de novo. As perguntas não se limitam a abrir o pensamento – elas podem também orientar e foca-lo. Na verdade, uma boa pergunta tem o poder de ser um catalisador da mudança.

Assim, este livro proporciona a possibilidade de reacender a nossa curiosidade natural e a centelha criativa na nossa vida, tanto pessoal como profissional, ao incentivar a parar, pensar e reinventa-la. A sua leitura faz ainda mais sentido neste contexto de pandemia, em que nos sentimos empurrados para a fase das perguntas, pois as regras, métodos e mundo que conhecíamos e nos habituamos a confiar, simplesmente já não funcionam.

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