2019: o crescimento das contribuições para os fundos da Futuro, e os 30 anos do PPR 5 Estrelas


2019 marcou uma senda de crescimento para gestora de pensões Futuro. O total de ativos, indica o seu relatório e contas do ano passado, cresceu na ordem dos 10%, “sendo 8,6% provenientes do aumento de ativos dos fundos fechados e 14% dos fundos abertos”. Segundo o que mostra a entidade, “o crescimento dos fundos fechados permitiu compensar largamente a saída de um fundo de pensões fechado cujo associado decidiu transferir a gestão para a jurisdição luxemburguesa, o que viria a concretizar-se ainda no primeiro semestre”, escrevem.

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Ao nível das contribuições, no caso para os fundos abertos, o ano também foi positivo: um acréscimo de 4,5% nas contribuições de fundos comercializados pela Futuro e Montepio.

Três novos fundos PPR

O segundo semestre do ano passado trouxe ainda a criação de três novos fundos PPR, recorda a Futuro. Contudo, como lembram também, a colocação destes produtos viria a transitar para 2020. Por outro lado, o ano de 2019 deu lugar “à comercialização de um outro PPR e de dois Fundos Abertos autorizados em 2018, e que atingiram o final do ano com um total de ativos superior a 500 mil euros”.

30 anos de PPR 5 Estrelas

Uma efeméride importante de recordar ficou reservada para o Fundo PPR 5 ESTRELAS. 2019 marcou as três décadas de vida do fundo, “que que evidenciou um crescimento anual dos seus ativos de 11,4% e uma rendibilidade média anual (líquida de comissão de gestão) desde o início do fundo de 5,7%”. A propósito deste produto, no final do ano passado mostrávamos-lhe como é que o seu património está distribuído.

Num panorama mais genérico, a entidade lembrou ainda que “os Fundos PPR em comercialização conjunta pela Futuro e Montepio apresentaram rendibilidades entre 2% e 7,1%, enquanto os Fundos Abertos não PPR sobressaíram com rendibilidades entre 1,8% e 10,9%. O Fundo PPA AÇÃO FUTURO atingiu uma rendibilidade de 14,3%”.

Embora sem grande expressão, o total de comissões cobradas pela entidade subiu em 2019, para um total de 7,8 milhões de euros. Confira em baixo a descriminação, para cada tipo de fundo:

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