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2018 e os fundos de pensões


Os fundos de pensões abertos nacionais não escaparam à provação que foi o ano de 2018. A quase totalidade destes produtos de investimento para a reforma apresentaram um retorno negativo no ano (com referência a 28 de dezembro de 2018), muito embora um produto de investimento com capital garantido da Real Vida Seguros tenha registado uma rentabilidade positiva, de 0,6%.

Se observarmos o panorama com base no Indicador Sintético de Risco e Remuneração definido pela APFIPP, percebemos que nos diferentes patamares, vários fundos se destacam, não pelo retorno obtido no ano, mas sim pelo drawdown controlado que no ano se configurou.

Com o ISRR 2, é um fundo de pensões aberto da CGD Pensões que se destaca com um retorno de -0,86%, o Caixa Reforma Prudente. Já no nível ISRR 3, o destaque vai novamente para a Real Vida Seguros, com o fundo de pensões aberto Real Reforma Sénior. O fundo conseguiu obter uma rentabilidade de -0,59%.

Captura_de_ecra__2019-01-21__a_s_17

Subindo no nível do indicador proporcionado pela APFIPP, vemos que foi um fundo com capital garantido a liderar a tabela, muito embora a sua política de investimento com uma gestão orientada para a data de vencimento e caráter de capital garantido não permita uma justa comparação com os restantes. Deste modo, excluído este produto, foi novamente um fundo da Real Vida Seguros a mostrar maior robustez em 2018. Falamos do Real Reforma Jovem, com uma rentabilidade de -1,61%.

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Considerando que as rentabilidades expostas pelos fundos de pensões abertos da BPI Vida e Pensões, ao contrário das suas homólogas aqui apresentadas, não são exibidas líquidas de comissão de gestão não sendo diretamente comparáveis com as restantes. Contudo, abaixo poderão ser verificadas as respetivas rentabilidades brutas.

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