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2/3 do ano: Os fundos que lideram


Os primeiros oito meses de 2016 foram marcados por alguma volatilidade que influenciou – e de que maneira – as rendibilidades dos mercados financeiros. Por exemplo, o índice MSCI World, em euros, regista uma rendibilidade 0,86% enquanto que o PSI-20 apresenta uma queda superior a 11%.

Ainda assim, apesar destes números menos simpáticos, existem fundos de investimento nacionais que conseguem ter rendibilidades assinaláveis, na casa dos dois dígitos.

Foco central no Brasil

Dos seis fundos mais rentáveis, quatro investem no mercado “canarinho”, que recebeu recentemente os Jogos Olímpicos. Os dois primeiros são geridos pela BPI Gestão de Activos: o BPI Brasil Valor e ainda o BPI Brasil.

O primeiro regista ganhos, em euros, de 66,78% com o seu património a ficar perto dos 2 milhões de euros. É um Fundo de Investimento Alternativo (FIA) de Acções que tem “andado à boleia” da valorização do índice brasileiro. Por exemplo, o MSCI Brazil cresceu mais de 55%, em euros, enquanto que o Ibovespa – o índice local – valorizou quase 40% no mesmo período, em moeda local. Analisando a composição da carteira, o maior investimento pertence a ações preferenciais do Banco Bradesco, seguido da cotada CETIP.

O segundo fundo mencionado fechou os primeiros oito meses do ano com uma valorização, em euros, de 45,29%. Com mais de 30 milhões de euros em património, o fundo tem como maiores investimentos algumas posições em dívida pública brasileira

O NB Brasil da GNB Gestão de Ativos e ainda o Dunas Banco BIC Brasil, da Dunas Capital, fecham o rol de fundos que investem no Brasil e que se têm destacado ao longo de 2016.

Metais preciosos dizem presente

O “intruso” na lista é o BPI Metais Preciosos, que é igualmente gerido pela BPI Gestão de Activos. No período em questão consegue registar ganhos, em euros, de 55,87%. Trata-se de um fundo cujo objetivo principal é proporcionar aos seus participantes “o acesso a um cabaz diversificado de metais preciosos (Ouro, Prata, Platina e Paládio), através da exposição a fundos de terceiros, ETF, derivados cotados e obrigações estruturadas”.

Os fundos com rendibilidades acima de 10% em 2016

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Fonte: Morningstar em 2016, até final de agosto.

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