Duas efemérides com marca Dunas Capital e Santander AM


Depois de termos olhado para os fundos que celebravam o seu primeiro aniversário no mercado nacional durante o primeiro trimestre de 2018, viramos agora as nossas atenções para dois produtos que celebram também uma data especial no decorrer dos primeiros três meses deste ano. Falamos de um produto da responsabilidade da Dunas Capital que celebra o seu quinto aniversário e outro gerido pela Santander Asset Management, que leva já 15 anos de atividade no mercado nacional. Estes apresentam, por outro lado, universos de investimento bastante distintos entre si, em especial no que a regiões diz respeito.

Seguindo novamente a ordem do “mais velho” para o “mais novo”, começamos pelo Santander Multicrédito, cujo lançamento ocorreu em março de 2003. Gerido por Carmen Borondo e composto maioritariamente por obrigações de taxa variável (54%), a sua carteira apresenta uma grande diversidade em termos geográficos, embora Itália, Estados Unidos e Espanha sejam as regiões com maior preponderância, com perto de 50% do total.

Apresenta, por outro lado, uma maior exposição a obrigações corporativas, em particular do sector financeiro, com 53,8% do total. As maiores posições em carteira refletem este posicionamento, apresentando nomes como Goldman Sachs, Deutsche Bank ou o banco italiano Intensa Sanpaolo. Quanto às obrigações corporativas, os nomes que surgem entre as maiores posições são a empresa belgo-brasileira AB InBev, General Motors ou a Galp. Já o seu património sob gestão atual ascende a cerca de 230 milhões de euros.

O segundo produto de que aqui falamos é o EuroBic Investimento, que celebrou em janeiro passado o seu quinto aniversário, tendo sido lançado na ressaca da crise soberana dos países periféricos europeus. É, atualmente, gerido por Joaquim Luiz Gomes e Pedro Fernandes e detém um volume de ativos sob gestão de cerca de 4,89 milhões de euros. Inserido na categoria de fundos multiativos defensivos, a sua carteira favorece a liquidez, uma vez que esta representa mais de 68% da alocação total, sendo que as ações e as obrigações apresentam uma alocação relativamente semelhante.

Olhando para as maiores posições em carteira, verificamos a presença de três ETFs que replicam índices de ações, nomes como as empresa nacionais Infraestruturas de Portugal e Saudacor, e ainda exposição a dívida pública da Catalunha ou de Itália. Ao contrário do fundo anterior, a sua exposição geográfica é maioritariamente alocada à Zona Euro, que representa mais de 90% da exposição total.

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