Volatilidade no PSI-20 abrandou ligeiramente em novembro


Fechando o mês de novembro nos 5.176,14 pontos, o índice português ficou aquém do valor alcançado em outubro, altura em que o PSI-20 se tinha situado nos 5.222,13 pontos. Segundo as informações que a CMVM emite na sua página, a queda de um mês para outro foi de 0,9%, enquanto que desde o início do ano a praça nacional “tomba” acima dos 20%.

Ainda assim, novembro foi um mês mais calmo para o índice, comparativamente com outubro. Os dados do regulador  indicam que a  volatilidade do PSI-20 diminuiu dos 27,80% no décimo mês do ano, para os 22% no final de novembro.

Volatilidade no ano ronda os 21%

Quase a terminar o ano, os dados acumulados da CMVM demonstram que de janeiro a novembro a volatilidade do PSI-20 não “foge” muito aos valores atuais: 21,57%. A comprovar que 2014 está ser um ano de agitação para a bolsa nacional, está o facto de em termos homólogos esta mesmo rubrica se situar nos 19,81%.

Importa ainda realçar as alterações que ocorreram na carteira do índice. De um mês para o outro a cotada que mais aumentou o seu peso no PSI-20 foi a Jerónimo Martins, avançando 1,935 pontos percentuais (p.p). Seguiu-se a Portugal Telecom, que em novembro incrementou em 0,822 p.p a sua preponderância no índice.

O top dos “pesos pesados” do índice continua, ainda assim, a ser liderado pela EDP Energias de Portugal (18,74%) e pela Galp Energia (15,07%). No entanto, em ambos os casos, os seus pesos na carteira do índice diminuíram em novembro.

Transações de ETFs e UPs continuam a crescer

Ao nível das transações no mercado secundário é importante frisar o crescimento tanto nas Unidades de Participação, como nos ETF. No primeiro caso, comparando como mesmo período de 2014,  as transações avançaram 380,8%, para os 297,2 milhões de euros. Já as transações nos ETFs registaram um aumento de 150,2% face ao período homólogo de 2013, somando 35,8 milhões e euros.

Valor gerido nos OICVM e fundos alternativos decresce

Os mesmos dados da CMVM, mas referentes a outubro, assinalam ainda que o valor sob gestão dos organismos de investimento coletivo em valores mobiliários e fundos de investimento alternativo decresceu 1,4% em outubro face a setembro, para os 11.755,1 milhões de euros. Nos fundos de investimento imobiliário e fundos especiais de investimento imobiliário o montante sob gestão desceu 0,8% no período considerado para os 12.654,6 milhões de euros.

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