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Valor das carteiras de gestão discricionária aumentou 8,1% no último ano


A gestão de patrimónios em Portugal tem vindo a apresentar volumes sob gestão que crescem a olhos vistos. As últimas informações da APFIPP, com dados de 31 de abril, denunciam precisamente essa tendência favorável.

No final do passado mês de abril as carteiras de gestão discricionária geridas no nosso país somavam 57.405 milhões de património, o que quantifica mais 4.318 milhões de euros  do que na mesma data de 2013, e se traduz num aumento percentual de 8,1%.

Também comparativamente com o mês de março, o montante gerido pelas sociedades gestoras de patrimónios voltou a registar um avanço significativo de 1,2%. Desde que 2014 teve início, por outro lado, o crescimento do valor gerido já é na ordem dos 5,2%.

Como “andam” as carteiras geridas?

No final de abril, os portfólios pelos quais as sociedades gestoras de patrimónios são responsáveis tinham um maior peso de dívida pública (39,2%), seguida das obrigações Diversas, que preenchiam 32,5% das carteiras.

A mudança mais significativa entre março e abril deu-se ao nível do ativo que mais quota ganhou face às restantes classes. Se em março a dívida pública tinha conseguido aumentar a sua exposição relativa nas carteiras em 0,9%, no quarto mês do ano a classe de ativos que ganhou maior “fatia” de peso face às restantes foi a da “Liquidez + outros”, com um incremento relativo de 0,4%. 

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