“Uma carteira com uma alocação ecléctica”


A Pioneer apresentou uma carteira que combina o investimento em fundos de acções europeias e de dívida emergente com estratégias flexíveis de investimento em obrigações e multi-activos. Assim, a alocação dos fundos no cabaz é feita da seguinte forma: Pioneer Top European Players (35%), Pioneer Emerging Markets Bond (15%), Pioneer Strategic Income (25%), Pioneer Multi Asset Real Return (25%).


Que razões estão na base da alocação de 35% num fundos de acções europeias?

O mercado accionista encontra-se tentador na Europa com fundamentais das empresas a negociarem a desconto. A Pioneer considera que, historicamente, períodos com valorizações tão baratas foram seguidos por uma década de retornos totais anualizados de dois dígitos.
 

Porquê o segmento de dívida de mercados emergentes?

O investimento em títulos de dívida de países emergentes tornou-se popular nas carteiras a par da melhoria dos fundamentais e condições desses mercados, ao longo dos últimos dez anos, no que refere a liquidez, quantidade de activos e diversificação sectorial. Esta evolução de longo prazo, combinada com a recente "busca de rendimento", tornou as avaliações bastante estreitas em termos históricos. No entanto, consideramos que ainda se justifica o investimento nesta classe de activos. Os mercados emergentes podem proporcionar a melhor combinação de risco/retorno para os próximos tempos.
 

Pioneer Strategic Income: porquê um fundos flexível e com distribuição de rendimento?

O ‘outlook’ para a classe de obrigações é um desafio crescente para os investidores.
Com taxas reais negativas nos títulos ‘core’ de dívida soberana (Alemanha e EUA) nos últimos anos, os investidores têm procurado ‘yield’ no universo de crédito. As valorizações neste mercado começam a estar muito comprimidas, sendo por isso crucial a selecção e análise de crédito para identificar oportunidades de investimento e evitar áreas sobrevalorizadas. Deste modo, a flexibilidade no mercado de obrigações é um factor diferenciador e valioso para explorar diferentes oportunidades no mercado. Acreditamos ainda e, agora mais que nunca, que a gestão activa é a abordagem mais adequada a este cenário de mercado, pois permite encontrar as melhores oportunidades. Na nossa opinião, o papel do ‘research’ de crédito é essencial para eleger sectores e títulos ‘per si’ cujos preços sejam justos e nos quais valha a pena investir. Desta forma, os investidores poderão prevenir-se do risco de novas bolhas dentro do mundo de crédito.
 

Como justifica a opção por fundos multiactivos no conjunto de uma carteira?

A necessidade por rendimento: As ‘yields’ baixas registadas no presente e que caracterizam a actual conjuntura estão a motivar os investidores a aceitar mais risco com o objectivo de manter retornos razoáveis. É por isso necessário identificar fontes de retorno nos diversos instrumentos/estratégias. Em qualquer cenário de mercado, delegar parte de uma alocação de activos numa gestora profissional como a Pioneer Investments, que dispõe de produtos que alocam activos de forma dinâmica maximizando o seu potencial, tem valor acrescentado para uma carteira.

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