Tags: Pensões |

Últimos cinco anos: os cinco fundos a pensar na reforma


Investir a longo prazo é uma das maiores premissas do mundo financeiro e que está (muito) subjacente quando se pensa em investir para a reforma. Entre os fundos geridos por entidades gestoras nacionais, existe uma categoria que está mais destinada a pensar nos anos da reforma: a dos fundos PPR.

Todos os meses a Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios – APFIPP – publica a lista dos fundos geridos por entidades associadas que melhor resultados apresentam ao longo dos últimos cinco anos. A última atualização remete-nos para o final do mês passado, com o fundo que lidera a lista a ser o NB PPRda responsabilidade da GNB Gestão de Ativos. Este produto está sob alçada de Paulo Joaquim e apresenta uma rendibilidade anualizada de 9,3% no período em questão. Em termos de património, o fundo gere mais de 13 milhões de euros, com os títulos de dívida pública nacional e italiana a dominarem os maiores investimentos em carteira.

Produtos da Optimize IP  em evidência

A lista prossegue com três fundos geridos pela mesma entidade gestora: a Optimize Investment Partners. Com uma rendibilidade anualizada de 7,9% vem o Optimize Capital Reforma PPR Acções, sendo seguido do Optimize Capital Reforma PPR Moderado com uma evolução anual de 7,6%. A lista dos fundos geridos por Diogo Teixeira fica completa com o Optimize Capital Reforma PPR Equilibrado com uma valorização de 6,8%, em termos anualizados.

A fechar a mão cheia de fundos na lista em destaque, vem o PPR SGF Acções Dinâmico, gerido pela SGF - Sociedade Gestora de Fundos de Pensões. É o fundo mais pequeno desta lista com 700 mil euros em património, mas com uma rendibilidade de 5,7%.

Melhor nacional está fora da APFIPP

No entanto, é fora da análise da Associação que encontramos o fundo com melhor desempenho no período em questão. Esse fundo é o Invest AR PPR da Invest Gestão de Activos que regista ganhos anualizados de 17,63%. Segundo o gestor do fundo, Paulo Monteiro, no final do mês de setembro o fundo apresenta uma “valorização acumulada no ano de 8,0%”. Para este mês de outubro, o gestor perspetiva que o fundo irá “continuar a ser gerido com prudência de forma a conseguir extrair valor no cenário de instabilidade e incerteza que permanecerá nos mercados em torno da decisão da reserva Federal na reunião de Dezembro e das eleições norte americanas”. Já sobre a gestão do produto, Paulo Monteiro referia em entrevista à Funds People que saiu com a revista número 13, que o “fundo investe apenas em ativos líquidos, pelo que não tem grandes restrições em termos de capacidade”.

 

Profissionais
Empresas

Próximos eventos