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Sucesso na primeira emissão de dívida desde o fim do resgate


O Tesouro português foi hoje aos mercados financiar-se em 1.250 milhões de euros, naquele que foi o primeiro leilão de dívida realizado após o fim do programa de ajustamento financeiro da troika. O valor indicativo representa o somatório dos Bilhetes do Tesouro que foram colocados com dois prazos distintos: 12 meses e 3 meses.

A 12 meses a taxa subiu um pouco, passando dos 0,597% de 16 abril para os 0,617%. O leiltão teve uma procura de 1,75 vezes em relação à oferta e foram colocados 1.000 milhões de euros.

Para o prazo mais curto, a taxa desceu de 0,462% de 19 de abril para os 0,432% com a procura a superar a oferta em 5,66 vezes. Para este instrumento financeiro o Estado colocou os restantes 250 milhões de euros.

Para Filipe Silva, Director da Gestão de Activos do Banco Carregosa, “as variações nas taxas foram muito pequenas – quer a descida nos 3 meses, quer a subida nos 12 meses são quase insignificantes.  A maior pressão nos juros da dívida a 10 anos dos últimos dias, que foram acima dos 4%, mas hoje já desceram, não teve qualquer influência. Portugal continua a apresentar um binómio risco/retorno muito interessante para os investidores, o que justifica a elevada procura.  Os leilões correram com normalidade o que, tratando-se de BT (dívida de muito curto prazo), não é grande surpresa.”

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