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Recursos de clientes fora do balanço cresceram 2,4% no BPI


Os resultados referentes aos últimos seis meses dados a conhecer pelo Banco BPI mostram que os recursos de clientes fora de balanço - que incluem fundos de investimento, PPR e PPA – totalizaram 3.136 milhões de euros, mais 2,4% do que no mesmo período do ano anterior.

Ao nível das comissões líquidas, as comissões referentes à gestão de ativos situaram-se nos 20,8 milhões de euros, menos 0,3 milhões de euros do que no período homólogo de 2013. Em queda estiveram ainda as comissões líquidas da área de banca comercial, que se situaram nos 90,2 milhões de euros, recuando 11,1 milhões de euros face ao final de junho de 2013.

Comissões líquidas da banca de investimento crescem

A crescer, por outro lado, estiveram as comissões líquidas referentes ao negócio da banca de investimento, que aumentaram 2,5 milhões de euros para os 10,1 milhões de euros.

Em termos consolidados, as comissões líquidas totalizaram 121,1 milhões no final de 30 de junho, o que revela uma queda de 6,9% no período em análise.

Resultado líquido penalizado em duas frentes

O BPI comunicou ontem à CMVM, que registou prejuízos de 106,6 milhões de euros no primeiro semestre deste ano. A suportar este resultado líquido negativo e que compara, naturalmente, com o lucro de 58,9 milhões de euros apresentado no período homólogo está uma actividade doméstica penalizada, por um lado e, conforme pode ser lido no comunicado oficial, pelas menos-valias de 102 milhões de euros realizadas no primeiro trimestre com a venda de dívida pública de médio e longo prazo de Portugal e Itália. Por outro lado, outro factor penalizador da actividade doméstica do banco liderado por Fernando Ulrich foi o custo dos CoCo, os quais foram, no passado mês de junho, integralmente reembolsados

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