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Quais as categorias de fundos imobiliários que acumulam mais dinheiro?


No panorama referente aos fundos imobiliários em janeiro, a APFIPP acaba de revelar que no mês o valor líquido global destes produtos atingiu os 10.021,9 milhões de euros, o que traduz um decréscimo de 0,6% face ao mês de dezembro.

O valor do património imobiliário detido por estes fundos (inclui imóveis, participações em sociedades imobiliárias e unidades de participação de F.I.I), por seu lado, totalizou 11.116,4 milhões de euros, representando 110,9% do total das carteiras, o que engloba o recurso ao financiamento por parte destes fundos. O valor do património imobiliário registou um decréscimo mensal de 0,3%.

Redução de sete fundos num ano

No mês de janeiro, a Associação de indica que não foi lançado qualquer fundo imobiliário, tendo sido liquidados dois fundos fechados: o Castilho e o Praça Maior. Deste modo, o ano novo começou com menos fundos neste segmento: 213 face aos 215 de dezembro. Há um ano atrás, por seu turno, o universo de fundos era de 220.

FUNGEPI agora considerados pela Associação

Neste mais recente relatório, a Associação passou a incluir os Fundos de Gestão de Património Imobiliário (FUNGEPI), analisando agora também esta categoria em conjunto com as restantes.

Sem grande novidade, os fundos fechados continuam a ser a grande parcela de mercado, reunindo 5.066,1 milhões de euros de volume sob gestão. Apesar da sua quota de mercado continuar a ser superior a 50%, o mês de janeiro trouxe uma queda de 0,1% no volume gerido por este universo de produtos.

Seguem-se os fundos abertos de acumulação, que gerem 2.044,0 milhões de euros no final de janeiro. Também esta categoria viu o seu valor reduzir-se no mês -1,1%.

Fundos abertos de rendimento: a exceção

A única categoria com sinal positivo em termos de evolução de  ativos, foi a dos fundos abertos de rendimento. Esta categoria conseguiu crescer 0,1%, no mês, para os 1.542,4 milhões de euros. Seguem-se, por esta ordem, a categoria dos FUNGEPI, com 586,6 milhões de euros, os fundos florestais, com 54,1 milhões e, por fim, os fundos e reabilitação com 43,1 milhões de euros.

Fonte: APFIPP, 31 de janeiro

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