PSI 20 de regresso ao vermelho


O índice português neste final de sessão de quinta-feira caiu 0,01% para os 6.039,400 pontos em linha com a tendência do resto da Europa, já que as congéneres europeias fecharam no vermelho à exceção de Madrid que cresceu 0,32%. Paris caiu 0,21% e Frankfurt 0,02%.

No entender de Rui Bárbara, da gestao de ativos do Banco Carregosa, "os mercados accionistas europeus ficaram, de maneira geral, inalterados face ao dia anterior. O índice Italiano foi excepção, tendo-se desvalorizado 1.2% devido a um recrudescimento na incerteza política. Os dados macroeconómicos europeus vieram em contraciclo face aos dados publicados nos últimos meses, tantos os números da concessão de crédito, como a variação dos agregados monetários ficaram aquém do esperado".

Na NYSE Euronext Lisboa foram 11 as empresas cotadas a caírem, 5 a valorizarem e 4 a manterem os mesmos resultados da sessão anterior.

A banca foi um dos setores que pressionou o índice português. O BPI caiu 0,42% para os 0,944 euros, enquanto o BES terminou a sessão a desvalorizar 0,12% para os 0,819 euros. Sem alterações ficou o Banif, enquanto o BCP conseguiu crescer 1,05%.

Na Energia o sector teve um final de sessão no vermelho. A EDP renováveis caiu 0,33% para os 3,874 euros, enquanto a EDP manteve os mesmos resultados inalterados. A Galp caiu 0,28% e ficou nos 12,420 euros. Também em queda a REN desvalorizou 0,14% para os 2,200 euros.

Nas telecomunicações apenas a PT conseguiu ficar no verde, registando a valorização mais robusta do dia, de 2,11% para os 3,431 euros. A Sonaecom por seu lado fechou a decrescer 0,29% para os 2,087 euros, enquanto a Zon Optimus, também no vermelho, desvalorizou 0,34% para os 4,380 euros.

Depois dos bons resultados de ontem a Jerónimo Martins encerrou a desvalorizar 1,21% para os 15,490 euros, enquanto a concorrente Sonae SGPS manteve os mesmos resultados da sessão anterior.

 

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