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PSI 20 cai pressionado por Galp e PT


Entre as congéneres da bolsa portuguesa, as desvalorizações oscilaram entre 0,89% de Madrid e 1,30% de Londres. Rui Bárbara, gestor de activos do Banco Carregosa, sublinha que, desde meados do mês passado que a tendência de subida dos mercados, quase ininterrupta, foi cortada. “Primeiro com as quedas fortes no Japão, a que se somaram os receios dos investidores de que o Fed começasse a fazer uma redução faseada das medidas do chamado ‘quantitative easing’, e dados económicos que foram negativos”. A principal razão para a descida generalizada de hoje nas bolsas “foi o resultado da reunião e da conferência do BCE – não tanto a manutenção do actual nível de taxas, que já era esperado –, mas a ausência de novidades na intervenção de Mário Draghi. O Presidente do BCE não alimentou o apetite por activos de risco, não anunciou novas medidas, nem deu novas pistas aos investidores. Imediatamente, os mercados reagiram em baixa”, disse ainda o gestor de activos.

Na NYSE Euronext Lisbon, o PSI 20 caiu 1,36% para 5.793,19 pontos, com quatro títulos positivos e 16 negativos.

A banca viveu uma sessão negativa, com BPI a perder 1,78% para 0,992 euros, BES a descer 2,5% para 0,741 euros, BCP a recuar 3,85% para 0,1 euros e Banif a deslizar 4,9% para 0,097 euros.

Entre as energéticas, a EDP Renováveis fechou a perder 1,27% para 3,9 euros, a Galp com uma queda de 1,64% para 12,32 euros, enquanto EDP e REN valorizaram 0,33% e 0,04%, respectivamente, para 2,466 euros e 2,231 euros.

Na área de telecomunicações, a Sonaecom foi a excepção ao encerrar positiva, com um ganho de 2,94% para 1,575 euros, tendo a Zon Multimédia caído 2,1% para 3,361 euros e a Portugal Telecom desvalorizado 2,25% para 3,3 euros.

A Jerónimo Martins viveu também uma sessão negativa, terminando em queda de 0,31% para 16,1 euros.

Além de EDP, REN e Sonaecom também a Portucel fechou com ganhos, a subir 1% para 2,533 euros.

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