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PSI 20 a subir pelo 2.º dia consecutivo


O índice português encerrou a sessão de hoje a valorizar 0,85% para os 5.950,160 pontos, em linha om o restante bom cenário das congéneres europeias. Madrid subiu 0,70%, Paris, 0,66% e Frankfurt 0,48%.

Rui Bárbara, Gestor de activos do Banco Carregosa, assinla que "o dia ficou marcado pela subida nas yields das dívidas soberanas, que reagiram em alta à divulgação de um indicador avançado do sector dos serviços nos EUA que saiu muito forte e ao melhor nível desde 2011. Se por um lado, esse indicador é uma boa notícia, por outro apressou os receios do fim mais cedo do que se espera das medidas de estímulos dos bancos centrais. Esse cenário é mais adverso para o mercado de dívida, aumentando-lhe o risco."

Na NYSE Euronext Lisbon, foram 14 as empresas cotadas em terreno verde, 5 a descer e uma a manter os mesmos valores da sessãoa anterior.

A banca, no entanto, teve um final de sessão complicado, com todas as empresas no vermelho, à excepção doBanif que manteve os mesmos valores da sessão anterior. O BES caiu 1,84% para os 0,801 euros, enquanto o BCP caiu 2,04% para os 0,096 euros. O BPI caiu 0,87%.

A Energia teve um final de sessão positivo, com todas as empresas a desvalorizarem à excepção da REN, que caiu 0,09%. A maior subida do sector pertenceu à Galp que cresceu 1,61% para os 13,265 euros.

Nas telecomunicações, o final de sessão contou com a valorização de quase 5% da PT, que se fixou nos 3,075 euros. A Zon Multimédia, por seu lado, valorizou 0,49% para os 4,291 euros, enquanto a Sonaecom, mais modesta, cresceu 0,10% para os 1,932 euros.

As retalhistas ficaram ambas no verde, e valorizaram na mesma medida: 2,47%. Neste final de sessão destaque também para a construtora Mota-Engil que valorizou quase 3%.

O Gestor de activos refere também que  "nos mercados de acções europeus o dia andou entre os zero e o meio por cento de ganhos, acabando nos 0,5% positivos, em média. Estamos perante uma luta entre a expectativa de estabilização económica na Europa e um cenário de subida nas taxas de juro dos Bancos Centrais o, que funciona contra os activos de risco.”

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