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Prossegue a época de apresentação de resultados na Banca


Nos primeiros nove meses do ano o lucro líquido do Banco Santander Totta cresceu 48,7%, face ao período homólogo, para 176,7 milhões de euros. Para António Vieira Monteiro, presidente executivo do Banco Santander Totta, "a solidez e eficiência do Banco Santander Totta permitiram que, no terceiro trimestre, crescêssemos cerca de 6% no crédito às empresas e 600 milhões de euros em depósitos de clientes, e que a produção de crédito habitação praticamente duplicasse, em relação ao período homólogo".

Já as comissões líquidas, nos primeiros nove meses de 2015, somaram 200,3 milhões de euros. Este valor representa um decréscimo de 0,7% face ao mesmo período do ano passado. Os recursos de clientes fora do balanço totalizaram 4.933 milhões de euros, menos 3,5% do que no período homólogo. Ainda assim, nos fundos de investimento assistiu-se a um aumento de 17% para os 1.639 milhões de euros.

O presidente executivo da instituição terminou a sua intervenção afirmando que "o Banco Santander Totta irá continuar a crescer organicamente, acompanhando o crescimento da economia portuguesa, apoiando as empresas e as famílias portuguesas, e avançando no nosso objetivo de sermos um Banco cada dia mais simples, próximo e justo".

Desde do início do ano até ao final de outubro, o volume de fundos mobiliários cresceu 217 milhões de euros, sendo que no final de setembro somavam 1.540 milhões de euros. De acordo com o comunicado oficial da instituição, para "este crescimento contribuiram decisivamente os fundos das gamas Select e Private, com um crescimento no ano de aproximadamente 316 milhões de euros".

Banco Best: fundos ultrapassam os mil milhões de euros

No Banco Best, por seu lado, o final do terceiro trimestre trouxe um resultado líquido acumulado de 4,4 milhões de euros. No que toca aos ativos sob gestão, da entidade relatam que nos primeiros nove meses do ano foram atingidos os 2,5 mil milhões de euros. Indicam que este número expressa “a boa performance em várias áreas de negócio, nomeadamente quanto ao stock de fundos de investimento estrangeiros que ultrapassou os mil milhões de euros”.

Isabel Ferreira, CEO do Banco comenta que na entidade têm “a vantagem de apresentar uma elevada solidez financeira, com indicadores ímpares em Portugal e ao nível dos melhores bancos europeus, o que representa uma garantia de confiança para os nossos Clientes, e nos permitiu consolidar a nossa posição nomeadamente no segmento Private e Affluent”.

Destacada pela responsável pelo Banco foi também a componente tecnológica que o mesmo tem vindo a assumir. “O facto de operarmos de acordo com o que podemos chamar o ‘modelo de futuro’ do setor bancário, com uma forte componente digital, complementada com uma relação coerente e transversal em todos os canais, incluindo o presencial, nomeadamente o personal advisor, e uma arquitetura aberta em termos de oferta, portanto independente, também contribui para que a nossa proposta de valor seja reconhecida”, assinala. 

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