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Praça nacional começa a semana em queda


O PSI 20 encerrou a sessão de início de semana a cair 0,94% para os 5.964,66 pontos, seguindo a mesma tendência negativa dos outros principais índices europeus. Madrid encerrou a cair 1,97%, enquanto Paris desvalorizou 0,97%. Já Frankfurt registou uma queda de 0,31%.

Ricardo Almeida, da Patris, sublinha que esta foi uma "sessão de queda na Europa, com mercados de Itália e de Espanha a destacaram-se pela negativa".

Na NYSE Euronext Lisboa foram 11 as empresas cotadas a cair, 7 a valorizar e 2 a manterem os mesmos resultados da última sessão.

Um dos pesos pesados a provocar maior “moça” na sessão de hoje foi a PT. As acções da empresa de telecomunicações caíram 1,70% para os 2,776 euros. Pior ainda esteve a Zon Multimédia que terminou a sessão a desvaorizar 2,82% para os 4,310 euros. A Sonaecom, por seu lado, manteve os seus valors inalterados.

Ricardo Almeida, num contexto mais geral, destacou o "sector financeiro e o sector das matérias-primas com piores desempenhos nos índices agregadores europeus". 

O final de sessão não foi bom também para o sector bancário, já que todas as empresas encerraram a cair, à excepção do Banif que manteve os mesmos valores da sessão anterior. O BCP desvalorizou 2,80% para os 0,104 euros, enquanto o BES caiu 2,75% para os 0,884 euros. O BPI, por sua vez, desvalorizou 1,54% para os 1,020 euros.

Estas quedas do BCP e BES, diz Ricardo Almeida, "condicionaram o PSI20, que acabou por cair perto de 1%".

Na energia o cenário foi misto já que apenas a REN e a Galp Energia encerraram no verde, valorizando 0,68% para os 2,215 euros e 0,20% para os 12,560 euros, respectivamente. A EDP caiu 0,41% para os 2,695 euros, enquanto a EDP Renováveis desvalorizou 0,23% para os 3,885 euros.

O dia foi também mau para as duas retalhistas portuguesas cotadas. A Jerónimo Martins fechou a desvalorizar 0,16% para os 15,390 euros, enquanto a queda para a Sonae SGPS foi maior, de 1,52% para os 0,840 euros. Para a Mota-Engil a sessão também não correu bem, já que as acções da construtora caíram 0,77% para os 2,699 euros.

A justificar estes maus resultados o membro da Patris referiu que a "Liquidez continua relativamente reduzida, no seguimento do padrão sazonal habitual".

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