Pouco mais de 12.000 milhões de euros sob gestão: património dos fundos imobiliários voltou a cair


Março voltou a ser um mês pouco favorável para os fundos de investimento imobiliário. Segundo os dados agora publicados pela CMVM, o valor sob gestão dos fundos de investimento imobiliário (FII), dos fundos especiais de investimento imobiliário (FEII) e dos fundos de gestão de património imobiliário (FUNGEPI) sitiou-se nos 12.008,7 milhões de euros, o que representa menos 47,5 milhões de euros - ou seja uma redução de 0,4% - face ao mês de fevereiro, altura em que os montantes sob gestão tinham subido aproximadamente 1%.

Quedas em quase todas as frentes

Concretamente em relação ao montante gerido pelos fundos de investimento imobiliário, o recuo de um mês para outro foi de 0,3% para os 8.385,4 milhões de euros. Já no caso dos fundos de gestão de património imobiliário a queda foi de 2,8% para os 790,5 milhões de euros de ativos sob gestão. Praticamente inalterado, por seu lado, ficou o montante gerido pelos fundos especiais de investimento imobiliário, situando-se nos 2.832,9 milhões de euros.

Menos um fundo gerido pela Interfundos

Segundo as informações divulgadas pelo Regulador, embora a quota de mercado da Interfundos tenha caído ligeiramente, a entidade continua a ser líder de mercado, com uma quota de 12,8% e 41 fundos a seu cargo, menos um do que no mês anterior. Em março a entidade assistiu à liquidação do fundo FIIF Imoglobal.

No ranking das maiores entidades, segue-se a Fundger, cuja preponderância no mercado se manteve inalterada, com uma quota de 11,7% em março, e 27 fundos geridos. O terceiro lugar do pódio também continua intacto. A Montepio Valor arrecadava em março uma quota de mercado de 8,2%, muito embora sua representação neste segmento de negócio tenha decrescido ligeiramente no período. 

Maiores fundos a encolher

As informações do Regulador indicam ainda que o Fundimo, cujo montante sob gestão é o mais elevado do mercado, voltou ‘encolher’ no mês em questão, mais concretamente 0,9%, para os 647,4 milhões de euros de património. O mesmo cenário aconteceu com o NB Património, da GNB Fundos Imobiliários, cujo volume gerido se reduziu para os 378,6 milhões de euros, o que representa uma queda de 4,1%.

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