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Pode optimizar-se uma carteira combinando de uma gestão activa e passiva


“Deve rebater-se a ideia de que a gestão passiva se deve contrapor à gestão activa” Para José Garcia Zarate, analista sénior de ETF na Morningstar, está a aumentar o número de entidades que fazem uma óptima combinação dos dois tipos de gestão. Este especialista participará na mesa redonda que tem lugar no dia 21 de Junho no Hotel Pestana Palace em Lisboa na primeira Morningstar ETF Intelligence 2012.

Na sua opinião, até agora, muitas estratégias de marketing contrapuseram os fundos de gestão activa contra os ETF. Garcia Zarate acredita que está a emergir uma nova tendência que combina os dois estilos. “Os fundos de fundos racionalizam o seu investimento. Incluem um fundo activo quando julgam justificado o seu custo mais elevado. Por exemplo, em mercado muito eficientes, como a bolsa norte-americana, poucos fundos activos conseguem acrescentar valor a longo prazo; enquanto em emergentes ou investimentos sectoriais justifica-se a gestão activa”, explica. O analista está convicto que se trata de uma questão custo/beneficio.

Para isso, reconhece que cada vez mais empresas na Europa estão a desenvolver modelos interessantes para criar fundos de fundos que combinam gestão activa e gestão passiva. “No Reino Unido vários ‘hedge funds’ estão a lançar fundos de fundos que combinam os dois estilos”, acrescenta. Garcia Zarate destaca também o crescimento que se verifica nos ETF apesar do debate legislativo no qual se viram envolvidos durante o último ano. “No final das contas, as recomendações não foram tão duras quanto se esperava”, admite.

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