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Plataforma “ComparaJá.pt” chega ao mercado português


Portugal dá cada vez mais que falar no que toca à tecnologia e ao investimento. As startups que se estabelecem no nosso país sucedem-se, e Lisboa vai ser mesmo o palco do maior evento europeu de empreendedorismo e tecnologia –o Web Summit – nos próximos três anos. Preveem-se em 2016, 2017 e 2018 mais de mil oradores no MEO Arena e na FIL.

Nesta era da tecnologia “em força”, o marketing digital é claramente uma das ferramentas que as entidades mais apostam de forma a estimular o negócio. É neste contexto que chega a Portugal o serviço de comparação de produtos financeiros mais abrangente do país: o ComparaJá.pt, que faz parte do maior grupo de comparação de preços a nível internacional, CompareGlobalGroup, estando presente em 13 países. Para já, a plataforma apenas faz a comparação de cartões de Crédito e Crédito pessoal. À frente da plataforma está Sérgio Pereira (na foto),  tendo-se associado a este projeto o conhecido profissional do mercado português José Martins Soares.

‘Zoom’ do ComparaJá.pt

Sérgio Pereira, um dos responsáveis pela negócio, explica que o ComparaJá.pt “pretende funcionar como um intermediário entre os utilizadores e as instituições financeiras, havendo vantagens tanto para o cliente, que consegue o melhor produto ao melhor preço, como para as empresas, que angariam novos clientes”. Em causa estão um conjunto de ferramentas úteis que permitem “comparar, através de filtros escolhidos pelo utilizador, e encontrar em menos de 30 segundos uma grande diversidade de opções financeiras, para que os portugueses possam tomar uma decisão ponderada e informada, poupando tempo e dinheiro”. E qual o objetivo? “Aproximar o consumidor da instituição financeira da qual escolheu o produto, permitindo posteriormente a adesão online ao mesmo”, resume.

Quanto aos objetivos a longo prazo da plataforma, Sérgio Pereira explica que pretendem “a curto prazo alargar a carteira de produtos no sector bancário, nomeadamente depósitos a prazo, crédito à habitação e crédito automóvel. Na opinião do profissional é importante que os portugueses consigam fazer uma comparação dos melhores produtos “a partir do conforto das suas casas, ao invés de terem de se deslocar às agências, como acontecia num passado não muito distante”.

O que não excluem do “radar de análise”

Numa perspetiva de futuro adianta que vão estender a gama de produtos para a área dos seguros, nomeadamente automóvel, saúde, de vida, entre outros. Nesse sentido acreditam que podem “elevar ainda mais a marca ComparaJá.pt, num mercado mais atrativo e fragmentado, sendo lógica a necessidade de um comparador gratuito, isento e que proporcione aos utilizadores uma boa experiência para o utilizador”. Mais no longo prazo entendem que também poderá ser considerada a inclusão de “uma outra vertical de comparação, que englobe telecomunicações e o sector de energia”.

Num contexto totalmente distinto do que existia há uns anos atrás, “em que os novos consumidores do mercado online e as constantes otimizações nas interfaces digitais estão a fazer com que se desenvolvam novos critérios de compra e novas regras de interação”, há que simplificar. Outros valores se levantam por esta altura, já que “a comodidade e a conveniência estão a ganhar terreno à lealdade, tal como a simplicidade, velocidade e segurança são elementos chave para a conquista de clientes”. Sérgio Pereira acredita então que “o histórico de desempenho das instituições financeiras e telecomunicações será́ tão ou mais importante do que o preço” e, por isso, “a necessidade pela transparência de preços irá surgir naturalmente e os consumidores estarão dispostos a pagar pelo melhor serviço e produto”.

Estando as pessoas cada vez mais confiantes na tecnologia e nas redes sociais, “para além de educar, queremos capacitar os consumidores em torno do tema de finanças pessoais para que tomem decisões mais informadas e começarem a ter melhores hábitos de consumo”. Nos planos do ComparaJá.pt fazem ainda parte a produção de “uma grande pool de conteúdo editorial sobre finanças pessoais e produtos financeiros que esteja à altura da missão de despertar o interesse nos portugueses em poupar”. 

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